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Frase de Srta Gobeth.

"Ingratidão" um nome tão assustador e com tantos significados. Do mais leve ao mais pesado... E transmite um medo em suas extremidades, que me faz engulir seco só em pronunciar. Creio que seja uma das piores coisas do mundo. Quando você dá tudo o que tem, e o que não tem, pra que algo funcione... Quando deseja, infinitamente, que algum retorno aconteça, ou qualquer espécie de agradecimento da vida, é aí que fica mais dolorido ler essa palavra. Porque as pessoas não estão nem aí pra o que você fez. Qualquer grandiosa atitude é apagada num piscar de olhos por um erro bobo. E então eu olho pra cima, pra montanha que eu tenho que escalar, ou sem fantasias, pra um caminho difícil. É como um fumante subindo uma escada grande em um dia ensolarado... No começo parece simples, depois de alguns degraus as pernas já começam a cansar, o pulmão pede insistentemente por ar e você sente que não vai conseguir. Olha pra cima e vê tudo que ainda tem que subir. Pensa por diversas vezes que não consegue, e ninguém sabe o quão difícil é subir, porque não está em ninguém a falta de ar, a garganta fechada e ardente. Está apenas em você. Mas com dificuldade você consegue subir mais alguns degraus, e ao olhar pra trás vê todo o caminho que já conseguiu traçar. E sente, em alguma parte do ser, que não pode parar. Porque parar no meio do caminho seria muito pior do que nem ter começado a andar. Porque parar seria algo fácil demais pra se fazer... e hoje em dia, só acontecem coisas difíceis. Então puxa um ar, que não sabe de onde vem, e com toda dedicação que cabe em um corpo, você termina de subir. Demore horas, dias ou anos... A caminhada nunca é decretada em um tempo certo. Independe de qualquer determinação... É o destino que faz juz ao quanto você merece, e as vezes, sinto lhe dizer... quase sempre, ele lhe prega o pior dos defeitos já inventados... a ingratidão.

Srta Gobeth.

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Srta Gobeth.

Então vem e me derruba, e me detem, e me ultrapassa, e me destrói, e me refaz, e me experimenta, e me recompõe, e me entorpece, e me ame, e me odeie... Quantas vezes quiser. Porque eu sou esse monte de experimentos malucos que foi gerado por uma causa ainda não descoberta. E meu…
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Então vem e me derruba, e me detem, e me ultrapassa, e me destrói, e me refaz, e me experimenta, e me recompõe, e me entorpece, e me ame, e me odeie... Quantas vezes quiser. Porque eu sou esse monte de experimentos malucos que foi gerado por uma causa ainda não descoberta. E meu caminho é esse mesmo, torto e vazio... Como um gole de um café amargo. Noites de sexta feira nostalgicas. Uma solidão em uma casa enorme. Um passeio sozinho no parque. Um trago num cigarro profundo... Sentindo as bordas de seu pulmão se encherem do que parece mais ser a sua morte prolongada. E machuca... E chora... E chora tanto, que não se sabe chorar mais. E dói tanto, que de doer, já não dói mais... E você se torna aquilo feito de pedra, que parece ser tão forte... Mas é só vim de novo aquelas centenas de escavadeiras, que se desmonta em um monte de peças caidas... E carrega aquele coração feito de porcelana. O bem mais valioso do mundo, que já está tão coberto por reparos, que nem se pode bater mais. Mas bate. Pra que, em cada batida, se lembre do quão foi errado embarcar de novo na mesma viagem que o destruiu a pouco tempo. Eu sou assim mesmo. Essa espécie de metamorfose dramática, que clama por algum tipo de socorro, sem nem se dar ao luxo de ser forte e superar... Ah... Se eu pudesse sair desse corpo, e ver aquele ser deitado na cama. Gritando... Porque chorar só não resolve. Eu iria abraça-lo com tanta delicadeza. E trazer junto a mim seu rosto... Até que amenizasse. Depois eu diria o quanto o dia lá fora pode ser lindo se houver uma luta intensa, contra essa imensidão de mágoa que o cobre. Ah... Se eu pudesse fazer o mundo inteiro entender... Que todas as vezes que aquele ser errou, foi tentando acertar... E caiu de novo. Sem nenhum perdão, sem nenhuma piedade... Caiu e irá continuar ali. Até que alguém - especial - venha conseguir tirar essa capa suja... Que está cobrindo, há tanto tempo, a melhor parte de mim.

Eu poderia escrever um texto gritando o quanto estou feliz. Mas de que valeria, se não é verdade? Ao invés de escolher seguir conselhos de amigos, desde pequena eu optei por ser eu mesma. E vou seguir com isso até o fim. Mesmo que doa, mesmo que pareça errado... Sou eu e as força…
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Eu poderia escrever um texto gritando o quanto estou feliz. Mas de que valeria, se não é verdade? Ao invés de escolher seguir conselhos de amigos, desde pequena eu optei por ser eu mesma. E vou seguir com isso até o fim. Mesmo que doa, mesmo que pareça errado... Sou eu e as forças da natureza agora. Não quero pessoas. Pessoas borram a maquiagem, pessoas embrulham o estômago, pessoas estão sempre indo e vindo, e nunca permanecendo. Eu quero fadas! Eu quero voar. Quero ter um animal falante, um super herói forte e por fim um "felizes para sempre". E é difícil pra mim ser assim, meu doce amigo. É suado. Porque quando você consegue enxergar maldade na maioria esmagadora das pessoas, você se trava, e passa muito tempo sozinha. O que me corrói, é essa minha vontade de querer mudar o mundo, de ensinar as pessoas a amarem uns aos outros. Tenho que aprender, ou melhor, aceitar, que existem brinquedos que vieram com defeito em sua fabricação e não há esforço nenhum que faça com que eles sejam consertados. Mas por outro lado, eu sinto uma voz dentro de mim, dizendo que é só acreditar, que o mundo irá conspirar a meu favor, e que tudo dará certo. Porque eu não quero escritórios, carros importados, nem um papel com um desconhecido que dizem que traz felicidade. Eu quero deitar na grama, na areia, na beira do asfalto, e ouvir o canto dos pássaros. Quero abraçar forte um cachorro de rua, quero balançar nas árvores, e eu quero, infinitamente, que tudo isso seja doce, seja inocente, seja especial. Seria tão bom... tão bonito, se as crianças de hoje em dia, ainda acreditassem em papai-noel, ao invés de aprenderem na escola as impurezas da vida. Eu, com 20 anos, acredito em magia. E cá entre nós, não me importo, nem por um segundo, se isso parece ridículo pra você. Porque sua falta de fé, também é ridícula pra mim.

Então venha cá, não fuja não. Me ensina a amar desse jeito que você e o resto do mundo sabe, e o sabe muito bem. Me mostre como é sentir saudade apenas as vezes, ligar quando dá na telha e colocar quinhentas desculpas e impecilhos no meio do caminho. Me ensina, que aí eu aprendo…
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Então venha cá, não fuja não. Me ensina a amar desse jeito que você e o resto do mundo sabe, e o sabe muito bem. Me mostre como é sentir saudade apenas as vezes, ligar quando dá na telha e colocar quinhentas desculpas e impecilhos no meio do caminho. Me ensina, que aí eu aprendo e vamos nos dar muito bem. Esquecendo um pouco do compromisso e vivendo mais nossas vidas, ou melhor, vida minha e vida sua, sem misturar tanto. Me fala tudo, porque eu tenho ignorância em amar só pela metade. Em fazer o que é certo e em viver sempre sorrindo. Sou assim mesmo, um amotoado de erros vestido em uma pessoa só. Só sei amar assim... Compulsivo, intenso, perdido pelos ares. E assim não funciona, assim ninguém mais quer. Me ensina a ser livre e a aceitar que uma carreira e uma amizade é mais importante, muito mais importante que um amor pra vida inteira. Na prática, na teoria, de qualquer jeito... me ensina. Porque eu não consigo mais carregar dentro de mim o amor do mundo inteiro... sem ter um ombro pra me apoiar.

Eu tenho que agradecer, Zézim. Essa vida está facilitando demais pra mim. Tá tão fácil esquecer, ó. As vezes parece até que nunca aconteceu. É tão bom esse sentimento de raiva que ocupa meu coração, eu sei Zé. Logo será deixado, pra o sentimento de "nada" entrar. Mas não é só iss…
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Eu tenho que agradecer, Zézim. Essa vida está facilitando demais pra mim. Tá tão fácil esquecer, ó. As vezes parece até que nunca aconteceu. É tão bom esse sentimento de raiva que ocupa meu coração, eu sei Zé. Logo será deixado, pra o sentimento de "nada" entrar. Mas não é só isso não. Eu acabei descobrindo que fui eu o único a apostar mesmo nessa história, a amar pra valer, a fazer todos os caprichos e escolhas em que era determinado. Mas sinto arrependimento disso não. Eu tô é, como dizem, "de boa". Isso é apenas o que eu faço. Vou acreditando e vem as pessoas e me fazem desacreditar. Foi real da parte dela não, Zé. Então me desculpe pela grosseria, mas quero mais é esquecer. E tem tanta gente bondosa comigo, Zézim. As pessoas estão me ouvindo, e me dando atenção, e cuidando de mim, daquele jeitinho, ó. Estou bem comigo mesmo. Estrapolaram! Pisaram e pisaram, e eu permiti que pisassem, porque agora eu estaria livre dessa coisa ruim me prendendo, ó. Exclui as fotos sim, Zézim. E exclui tudinho que aconteceu, ó. Joguei fora junto com esse sentimento que vai passando aos poucos, para que melhores venham! Para que coragem venha! Bondade! E logo eu, Zé. Que sempre pensei que ela tivesse um bom coração, que fosse me ouvir... (Risos) Queria mesmo era judiar de mim. Mas fechei a porta, Zé. Aqui ela não entra mais não! Eu sou difícil pra superar, mas quando supero... Sai pra lá. E aquele novo horizonte ali, ó... Ouvi dizer que é excelente. Vamos apostar?