Pular para o conteúdo

Frase de Everton Arieiro

1990, uma escola em São Bernardo do Campo, e a minha primeira professora, Ester. Ela me deu um livro, "A loja da dona raposa". Tenho ainda o livro, e a dedicatória que ela escreveu. "Everton, só se aprende a ler, lendo, a escrever, escrevendo, e a amar, amando". O tempo passa e guardo as sabedorias que me ensinaram. Nem sei se ela ainda vive, se ainda é professora, mas sei que ela me ensinou algo relevante.

Everton Arieiro

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Everton Arieiro

Às vezes me perguntam se parei de fazer o que fazia. Então lembro dos construtores, que concluem uma obra; depois ficam ocupados por muito tempo nos alicerces de uma nova obra. Na vida, há um número elevado de obras. Quando termino uma, alicerço uma nova. Não dá para ser visível…
Continuar lendo

Às vezes me perguntam se parei de fazer o que fazia. Então lembro dos construtores, que concluem uma obra; depois ficam ocupados por muito tempo nos alicerces de uma nova obra. Na vida, há um número elevado de obras. Quando termino uma, alicerço uma nova. Não dá para ser visível quando trabalho nesta parte.

A saudade dos mortos pode ser uma perda de tempo, visto que a dor, ou sentimentos de culpa, juntos ou separadamente, não trazem ninguém de volta; Mas a saudade dos vivos, se for verdadeira, faz sair de casa, a pé, de ônibus, carroça, de qualquer forma, importando apenas com o en…
Continuar lendo

A saudade dos mortos pode ser uma perda de tempo, visto que a dor, ou sentimentos de culpa, juntos ou separadamente, não trazem ninguém de volta; Mas a saudade dos vivos, se for verdadeira, faz sair de casa, a pé, de ônibus, carroça, de qualquer forma, importando apenas com o encontro, para rir do tempo que fez desencontrar.