Frase de Siomara Reis Teixeira
FARSANTE Não sou Ariadne, tu não és Perseu Mas nem mesmo o fogo que outrora Incitou teus dias de outono como meus Minotauro de vestido levara embora Ela, a maldita cadela das estradas da vida Que se enforque com o novelo que te deu Falsa princesa, rebuscada, a pretendida Que coma o acre azedo e o todo teu Goze agora os encantos do farsante Ache dignificante ser adultera e impura Leve avante a ilusão, labirinto extasiante Tuas folhas hão de secar de forma dura A ira aflorará em teu semblante Pagando caro por faltar à compostura
No pensador.ai desde