Pular para o conteúdo

Frase de Zélyah numeróloga

Despertar... Despertar e dar acesso ao que é bom, Belo e sublime Despertar da nuvem Que encobre a percepção da impermanência Despertar... Mesmo diante da ternura gratuita da vida Ascendendo sutilmente dentro de nós Ciclos e ciclos Novos e infinitos recomeços Despertar... È o som do teu ser que a mim chega Que serenamente canta e encanta E distribui delicadamente As notas da alma, ...Despertar... Uma a uma as notas desfilam, flutuam E assim, logo se espalham Entre unir versos e avessos Dentro e fora de mim, Sem qualquer entendimento ou lógica, Sem pressa, explicações ou códigos secretos Livre, leve e desprendido ...Despertar... A tua presença é um carimbo certeiro E na reunião dessa nossa energia abundante, Nasce um infinito alicerce perene da vida Faz - se um movimento dinâmico, Expresso, sereno, e constante ...Despertar... Em cada pulsar e entrega pura Em cada ritmo e respiração A dizer-me repetidas vezes, Bem baixinho e doce, Essa canção em meu ser ...Despertar... Nada tema, não retenhas. Sente, deixa vir, Deixa ser, Deixa estar Despertar... Seja você, nesse instante. Porque em tudo de fato, Há a impermanência... E assim, Despertei!..

Zélyah numeróloga

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Zélyah numeróloga

Apenas toque” Toque meus olhos quando a dor vier, Mostre-me que além da cortina brilha a luz e a liberdade de sentir...
Continuar lendo

Apenas toque” Toque meus olhos quando a dor vier, Mostre-me que além da cortina brilha a luz e a liberdade de sentir... E que tudo será poeticamente breve, leve, e rápido. Toque meus olhos quando a dor vier, E deixe minhas asas alçarem voo Rumo a dimensões coloridas e, sublimes, Muito além da compreensão do que foi sentido, ignorado, implantado em mim, em nós, de tempos em tempos aqui nessa doce terra azul... Toque meus olhos quando a dor vier, E amplia os meus horizontes Deixa-me reunir os meus fragmentos, qual maestro em sua orquestra Divina, Reunir, minhas tantas vestes humanas, meus versos, meus cantos, minha alma e essa poesia una, absoluta... Toque meus olhos quando a dor vier, E que eu possa rir, dançar, cantar, rodopiar inocentemente, Entre flores, sabores, acordes, notas, aromas, cores, e estrelas Na canção que o universo emite e infunde em minha alma nesse instante, tal qual esse afago e sopro Divino... Assim como, a brisa suave que me encanta e purifica meus elementos, Toque meus olhos quando a dor vier, Com teus olhos, que não são só corpos, facetas, nem apenas humanos Porque falo dos teus/meus sempre olhos espirituais, sensíveis e atemporais... Que apenas trocam de mundo, forma, cor, e aspectos, porém, São sempre os mesmos olhos, ser amplo, infinito repleto, recheado de amor. De alegrias, ternuras simples, bem aventuranças e uma sabedoria esquecida. E agora a dor que veio perde o sentido e já foi embora, e o amor ficou impresso Carimbado nas almas, nos átomos, corpos, moléculas, dos viajantes que agora se reconhecessem pelos olhos Daqueles sedentos de paz, amor, ternura plenitude e criações sutis... E nesse instante puro, tocastes meus olhos, E agora já não há mais dores, um único ser, nem olhos, alma ou coração, há fusão. Há completude, significando que parte da busca, toque, distancia, ou saudade tornou-se um encontro.

Afago Divino Sons que se espalham Que afago Divino
Continuar lendo

Afago Divino Sons que se espalham Que afago Divino Que delicadeza teu sopro Minhas fibras voam... voam Sinto o tempo o vento, roçar minha alma Tudo se ajusta e se complementa Sinto os seres e a vida se estendendo... Sinto teu hálito e face me tocar E todo o humano sorridente, inocente a vibrar De fato homem, criança, anjo, gente Num só ato despertar, sorrir, e amar, E ser, simplesmente ser no humano Desfilo, deslizo de um mar ao outro De um plano ao outro Entro e saio em corações Bailo, danço, desmancho qualquer dor ou aflições... Deleito-me de um sol ao outro E uma vez que sou só som e alegria flutuo, Misturo, separo, acolho e às vezes amparo Porque leve e livre sou, Danço nas mais variadas formas e esferas Muito além e aquém de ti e de mim Infinitamente, navego estrelas, sóis, Bem longe da tua compreensão E nada importa... Até tocar um a um Vislumbro-me e amo olhar um ser no humano Eus, outros E todos Na mesma benção e possibilidade Alegrias e simplicidade nata e pura somente Deus Afago Divino Tua doçura me toca, me afaga Desembaraça, desfaz qualquer marca... De graça nos enlaça, encanta e abraça São teus sons São teus tons Que nos cobrem Curam-nos, e, nos envolvem Embalando nossas Almas num viver bom Num despertar amigo e ameno E recebemos de ti tanta fartura E através dos seus toques e puros sons Aqui na nossa matéria Realizas sempre e agora tantas e muitas Lindas, doces e suaves curas!

HARMONIA Há um momento espaço E um tempo,
Continuar lendo

HARMONIA Há um momento espaço E um tempo, Banhado por sons e alegrias. Onde nasce a manhã E um novo dia. Espaço de ser E as escolhas são suas, De ter e permanecer Até encher o coração de luz e alegrias... De experimentar novos dias Azuis, amarelos, cinzas e brancos Manhãs frias, tardes mornas Chuvas finas... E o carinho nesse olhar-nos que acolhe Que afaga que adocica Nossos instantes e vidas... Essa flauta que dilui - nos em risos E transborda sons e vidas, Que mergulha em nossa essência Trazendo suaves danças. Luz e vida aos nossos corações Que dizem: Como é que apenas viver E nos permitirmos sentir, Receber, doar, e partilhar, Pode ser tão bom? Deixe-se, venha à tona Descomprima do “tem que ser...” Sejas, O que tua Alma e coração pedem em vida, Simplesmente você!

DOCE PRESENÇA Deixei o som me tocar Despi-me das tantas perguntas,
Continuar lendo

DOCE PRESENÇA Deixei o som me tocar Despi-me das tantas perguntas, Indagações que aprisionam E vi Tantas e tantas personas caírem E ao som de cada uma delas Um novo encontro... E assim, Ri de mim, doce criança na ciranda da vida Das inúmeras certezas, Planos ou sonhos meramente humanos Afins e Efêmeros. E o som adentrando cada espaço humano, Ao meu entorno e no meu ser espiritual, Deitei-me sobre os lençóis das melodias. Que me afinavam, Que me embalavam Que me harmonizavam, Suavidade, encantamento. E dancei, dancei, respirei, respirei... Respirei até alcançar, Meu ponto máximo de alegria e silencio, Para assim, aqui e agora, Receber o que é meu. Na Luz e amor que me presenteia, Meu ser espiritual, Da minha essência eterna e bendita, Que transborda e me alimenta. Nesse instante luz- clareza, Permito-me e aceito, Serena e alegremente, Toda essa Entrega E perene Recebimento!