Frase de Zélyah numeróloga
Apenas toque” Toque meus olhos quando a dor vier, Mostre-me que além da cortina brilha a luz e a liberdade de sentir... E que tudo será poeticamente breve, leve, e rápido. Toque meus olhos quando a dor vier, E deixe minhas asas alçarem voo Rumo a dimensões coloridas e, sublimes, Muito além da compreensão do que foi sentido, ignorado, implantado em mim, em nós, de tempos em tempos aqui nessa doce terra azul... Toque meus olhos quando a dor vier, E amplia os meus horizontes Deixa-me reunir os meus fragmentos, qual maestro em sua orquestra Divina, Reunir, minhas tantas vestes humanas, meus versos, meus cantos, minha alma e essa poesia una, absoluta... Toque meus olhos quando a dor vier, E que eu possa rir, dançar, cantar, rodopiar inocentemente, Entre flores, sabores, acordes, notas, aromas, cores, e estrelas Na canção que o universo emite e infunde em minha alma nesse instante, tal qual esse afago e sopro Divino... Assim como, a brisa suave que me encanta e purifica meus elementos, Toque meus olhos quando a dor vier, Com teus olhos, que não são só corpos, facetas, nem apenas humanos Porque falo dos teus/meus sempre olhos espirituais, sensíveis e atemporais... Que apenas trocam de mundo, forma, cor, e aspectos, porém, São sempre os mesmos olhos, ser amplo, infinito repleto, recheado de amor. De alegrias, ternuras simples, bem aventuranças e uma sabedoria esquecida. E agora a dor que veio perde o sentido e já foi embora, e o amor ficou impresso Carimbado nas almas, nos átomos, corpos, moléculas, dos viajantes que agora se reconhecessem pelos olhos Daqueles sedentos de paz, amor, ternura plenitude e criações sutis... E nesse instante puro, tocastes meus olhos, E agora já não há mais dores, um único ser, nem olhos, alma ou coração, há fusão. Há completude, significando que parte da busca, toque, distancia, ou saudade tornou-se um encontro.
No pensador.ai desde