Pular para o conteúdo

Frase de Armando Moro

RESSUSCITAR NÃO CUSTA RESSUSCITAR O POETA ADORMECIDO POIS A MORTE DUROU, O TEMPO QUE FOI PRECISO. A VOLTA COBERTA DE AMOR, E CHEIA DO TEU DESEJO, TRANSFORMA EM DESPERDICIO, MORRER E NÃO TER TEU BEIJO. QUANTAS VEZES FOR PRECISO, MORRER E TORNAR A VOLTAR, DO SEPULCRO MAIS PROFUNDO SÓ PRA PODER TE AMAR. SE SOU LUZ QUE TE ILUMINA, NÃO POSSO MORRER DE VEZ, EI DE SEMPRE ADORMECER, E TORNAR A VIVER OUTRA VEZ. E PERDIDOS EM TANTAS LETRAS VERSOS E POESIAS, LEVAREMOS NOSSA VIDA NUM SOMATORIO DE DIAS. E ASSIM DEPENDEREMOS UM DO OUTRO PRA VIVER, ENTREMEANDO OS VERSOS NUM MOMENTO DE PRAZER. ASSIM TU CHEGAS BEM PERTO, ENCHENDO A VIDA DE ALEGRIAS, E EM VERSO FALAS DO AMOR E DE NOSSAS FANTASIAS. VALENTINA FRAGA Motivo Está em sepulcro Jade O poeta pela ausência Posto que a saudade Causa-lhe impotência A presença traz vida Verdade, amor, desejo Forma de vida esplêndida E dela se faz ensejo O ir e vir presente Viver na eternidade, Na ausência descrente Posto morte em saudade És me luz que ilumina Ai se me abandonar Mesmo se adormecer, menina Vida ei de lhe insuflar De nossas letras encontros Poesia, além da vida Da troca de versos confronto Desse coração, guarida Um do outro palavras De amar e viver E com elas lavras Prazer e vida em meu ser Mais que perto vives dentro Nessa sua presença constante Faz de brisas meu tormento Um bem viver exuberante Armando Moro

Armando Moro

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Armando Moro

Ritmo... Impossível não pensar em uma tarde como essa o que o corpo e o coração desejam e não confrontar-me com o que a realidade e disponibilidade me dispõem. Fico impassível, imóvel, respirando apenas o necessário p/ fazer-me valer da vida, para que aquiete meus pensamentos n…
Continuar lendo

Ritmo... Impossível não pensar em uma tarde como essa o que o corpo e o coração desejam e não confrontar-me com o que a realidade e disponibilidade me dispõem. Fico impassível, imóvel, respirando apenas o necessário p/ fazer-me valer da vida, para que aquiete meus pensamentos nesse redemoinho e tormenta. E ele tranqüiliza-se... Absorve a paz que rege a sua volta como se cedesse à ausência dos ventos, como se perdesse força e do redemoinho surgisse uma leve brisa tranqüilizadora e constante... E impera o silêncio... Impera a ponto de ouvir e sentir o ritmo de minha freqüência cardíaca. Serena, constante... O som me diz algo, os batimentos soam como sílabas separadas... Reconheço o nome... O seu nome... E dessa respostas vejo o coração em disparada, acelerando abruptamente... É você... Minha paz, minha tormenta, meu sol... Dona de meus momentos de aflição e destempero, dona de minhas palavras de carinho e amor.Motivo de meus sorrisos sinceros, embora tímidos, mas muito e acima de tudo sinceros. Minha intempestividade, temporal de ventos sem nexo. Minha bonanza e meu furtivo sol das manhãs... Se o fosse apenas um lado sem o viver e o criar dos contrastes não seria pleno, não seria repleto e único. Só é completo quem percorre os dois caminhos e muitas vezes mais que uma vez. Não seria esse comboio de emoções desordenadas, felizmente desordenadas e desse não nexo faço minhas surpresas e aprendizados, me entrego a esmo sem esperar o que me trazem os céus. Escrevo hoje a mãos suadas, de onde molha-me o grafite por sobre o papel e borra-me algumas letras. Talvez como o suor às letras, borre as pessoas à volta a forma como vejo... Felizmente tenho luz e transparência para me iluminar, mesmo nessa tempestade que às vezes ronda-me. E aí existe o milagre... Na turbulência e na falta senso ou orientação abre-se o clarão e cessa-se a escuridão, nasce perante os ventos a paz e o caminho que necessito seguir, os ventos contra me são pró. És um milagre... Pura e simplesmente um milagre... E no ritmo do batimento tenho saudades do que já vivemos e do que senti com a presença, porque o que sinto perdura... Tenho saudades do toque, o carinho e o cheiro de mulher. Fruto único de meus anseios e desejos, sinto o coração ritmado, pulsante, como a um baile sem companhia, como a uma dança solo de onde me é permitido apenas meios passos... Para que entendesse o ritmo precisaria apenas de uma parede e você levemente recostada... Ora de frente, olhos nos olhos... Ora de costas, mãos presas uma a parede para sua sustentação e outra entrelaçada por entre meus dedos, a sua cintura...submissão pura...presa e predador... E nesse momento seria minha, pura e simplesmente minha e ali dançaríamos um enlace ao compasso de nossos batimentos, com a destreza e a sensualidade que a dança pedisse... Seria um sonho...talvez o meu sonho, que para ser perfeito faltaria apenas aquele “beijo molhado”, hoje inspirador de minhas palavras...

Palavras... Força, expressão Mais que força, atitude
Continuar lendo

Palavras... Força, expressão Mais que força, atitude Mais que expressão, explosão Palavras... Flechas disparadas A corações esmos Flechas de saudade Amor, alegria, dor Outras pura e simplesmente Flechas certeiras... O alvo? Coração... Embaraço da mente, Perca de sentidos, Cadê razão? Sinceridade? Quem a sente sabe Em muitas vezes Sinceridade, descompromisso, Fuga, justificativa Do que a ninguém Se deve Simplesmente a Quem se destina E das palavras Se faz receio, dor Onde deveria amor Desabafo De onde um poema De sentimento puro... Luz ao invés de sombras Casulo onde liberdade... Sinceridade... Lança afiada Se não conjunta De sensibilidade... Sinceridade pura É dura, pedra A ser lapidada De valor confesso, Mas ainda bruta O tato, o sentir Lapida e complementa, Faz de palavras Sinceras um Caminho coeso, Sem percalços Sem marcas... Não dá forma As palavras de Cicatrizes... Cicatrizes profundas Não torna de Infinito amor Dor sem supremacia... Pura e simplesmente dor Sem adjetivos... Sem vida... Pura e simplesmente assim Sem palavras...

Rotina Não sou adverso, Bradando à cantos
Continuar lendo

Rotina Não sou adverso, Bradando à cantos Contra o tema Mas compete-me Discordar dos que Fazem de rotina Contaminação Dos dias, dela Deixam fazer-lhe Aspiração e inspiração. Dias em si são Mais que a rebuscada Corrida para e pelo ouro São mais do que Frieza de números Aspereza de definições Conclusões, ordenamentos. Dias em si são Apreciação de Brilho de olhar, Coleta de energia Vital de um sorriso De ente amado (quem dera de quem se ama e desse sorriso faz passagem livre de ida aos céus) apreciar de flores nas ínfimas cores formas, com jeito único de mobilizar olhares e tirar do âmago doce suspirar. Dias em si São renovação de fé O acreditar que montanhas Não somente vão a Maomé, Mas além dessa passagem Levam-nos ao topo Onde de forma suave Tocam-se as antes Intocáveis nuvens. Dias em si São renovação do amor, Entender que a arritmia Mais do que um mal Moderno ao coração É efeito de grandes E poderosos sentimentos Onde altera-se o ritmo, Acelerado na presença Disforme na ausência lento de batimentos Na distância acentuada E colapso cardiovascular Na saudade.

Saudades... Temerária, distância Solidão composta,
Continuar lendo

Saudades... Temerária, distância Solidão composta, Solidão gerada. Ausência, amor Amor, excesso Querência, falta Asilo, ilusão Saudade intrínseca Mas não dor, Amor, vontade De revelar-se Exprimir-se, falar Abrigar, sentir Trocar, viver Mostrar-se sem dever Beijar-lhe olhando ao sol, O por do sol de um dia Infinito, céu vermelho, Sol ao fundo E a cor do céu mistura-se A dos sentimentos, As mãos dadas perdem-se No tempo e no espaço Porque torna os sentimentos Infinitos, sem rumo... Apenas o sentir, bem estar, Bom estar da presença Da pessoa amada. E revela-se o céu Revela-se o mundo O prazer, cumplicidade, O viver, verdades No simples dizer “Eu também estou com saudades”