Frase de Ivanaldo Bernardo da Silva
A seca e o Nordestino Ah! que saudade eu tenho Do meu sertão quando chovia Que enchia nossos rios De uma noite para o dia A fartura em nossas casas Nesse tempo existia Não faltava em nossos lares Milho, arroz e feijão Produzíamos ainda mais O ouro branco do sertão Ah!que saudade sentimos Das safras de algodão Por falta de sorte Ou por desgraça talvez Os nossos rios secaram Todos de uma só vez Nunca vi coisa igual Nem tão grande estupidez As nossas culturas morreram Ou já não produzem mais Já está faltando água Até para os animais Crianças choram com fome A miséria é demais O sol que nos castiga Inclemente e brasador Que queima a nossa pele Que causa tanto calor Mas não queima a esperança Não mata nossa fé No Cristo, o Salvador Não queima do Nordestino Sua honra, seu valor Não vai destruir Força, Esperança e Amor.
No pensador.ai desde