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Frase de Everton Arieiro

O empreendedor À beleza tu ofuscas; Quando vens a caminhar; O que tens são tuas buscas; Só vontade de ganhar. Tinha brilho bem aqui; E moravam muitas flores; Mas passastes e eu vi; Não importas com as dores. Onde está teu romantismo? És tu mesmo conquistador? Se o que vê é egoísmo; E um estilo avassalador. Há do lixo um forte cheiro; Há no rosto muito choro; Há nuns bolsos o dinheiro; Há pedidos de socorro. Quem és tu jurando amor? E quais são tuas promessas? Quem és tu espalhando dor? Quem és tu vivendo às pressas? Escreva tudo em teu livro; Imite os sons da natureza; Procure alguém que esteja vivo; Mesmo cheio de incertezas.

Everton Arieiro

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Everton Arieiro

Às vezes me perguntam se parei de fazer o que fazia. Então lembro dos construtores, que concluem uma obra; depois ficam ocupados por muito tempo nos alicerces de uma nova obra. Na vida, há um número elevado de obras. Quando termino uma, alicerço uma nova. Não dá para ser visível…
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Às vezes me perguntam se parei de fazer o que fazia. Então lembro dos construtores, que concluem uma obra; depois ficam ocupados por muito tempo nos alicerces de uma nova obra. Na vida, há um número elevado de obras. Quando termino uma, alicerço uma nova. Não dá para ser visível quando trabalho nesta parte.

A saudade dos mortos pode ser uma perda de tempo, visto que a dor, ou sentimentos de culpa, juntos ou separadamente, não trazem ninguém de volta; Mas a saudade dos vivos, se for verdadeira, faz sair de casa, a pé, de ônibus, carroça, de qualquer forma, importando apenas com o en…
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A saudade dos mortos pode ser uma perda de tempo, visto que a dor, ou sentimentos de culpa, juntos ou separadamente, não trazem ninguém de volta; Mas a saudade dos vivos, se for verdadeira, faz sair de casa, a pé, de ônibus, carroça, de qualquer forma, importando apenas com o encontro, para rir do tempo que fez desencontrar.