Pular para o conteúdo

Frase de D.R.L.

Eu queria a morte, num berço de palha receber construído às minhas mãos moldado pelo tempo instaurado ao acaso cultivado nesse chão. Por que é que falamos da morte? como o fim de toda beleza, como o resto do homem nu a testar a natureza Esse homem que come cru, o prato da finiteza. Como se a vida tivesse fim, como o caos instaura a ordem. Pois, dos Gregos aos Troianos, Judeus aos Muçulmanos, Russos, americanos, nenhum ser chegou olhar muito menos a dizer que sua vida assim chegara, ao fim do próprio ser.

D.R.L.

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de D.R.L.

É pouquíssimo provável encontrar, pelas matas da sociedade, um elefante perdendo-se nas gargalhadas.
óh, Preto... o teu líquido que da arabia fez-se sagrado E que faz dos Áries da Etiópia mais vívidos
Continuar lendo

óh, Preto... o teu líquido que da arabia fez-se sagrado E que faz dos Áries da Etiópia mais vívidos Preto como o povo de vossa origem És tropical como as Índias da terra nova Da província francesa até a terra da Árvore Vermelha, Na terra dos Santos mais diversos, Que enfim começa na destruição, negra A cultura desvairada, mas Derradeira faísca, Amazônia, Deusa grande! A negritude, como esse fruto de 1727, preto como o povo: Convergiria já a vã coincidência? Cinza Mascavo, Negro Café Negro Povo sempre ali, Negro Carvão vegetal, Pretos olhos dos Barões. E quem diria, agora preto óleo? Mas só no fim se, não, vê cor és o branco amarelado do globo do Escravo, sua palma que trabalha também O branco do açúcar refinado, que o francês adoçou sem permissão dos donos do Kahwah