Frase de JOANA DE OVIEDO
O CALVÁRIO DE MARIA Não quero olhar... eu não vou olhar nos teus olhos agora. Preciso me aquecer... É frio o vento lá fora! Aquecer a alma por não te esquecer. Eram tão ternos os olhos... Podia dizer-se olhos de Maria. E em ti como sombra de algo bem mais forte que luzia, Encantavas o próprio espelho que fitavas. Havia ternura... sonho... Sua luz própria! Centelha! Mas tudo na estrada se perdera, e em busca na caminhada... apenas e cada vez à frente, só mesmo o tempo fremente... a ternura, os sonhos e uma centelha a iluminar-te para o calvário.
No pensador.ai desde