Frase de Serginho Rock
Não tenho convenções nem preconceitos. Afinal o que é errado e o que é direito? Sei que vivo num mundo mesquinho e decadente. Mas sou um elo rompido da corrente.
No pensador.ai desde
Não tenho convenções nem preconceitos. Afinal o que é errado e o que é direito? Sei que vivo num mundo mesquinho e decadente. Mas sou um elo rompido da corrente.
No pensador.ai desde
Canto meu Ensimesmado Minha sina musical é um som ensimesmado Com pitadas de ironia
Canto meu Ensimesmado Minha sina musical é um som ensimesmado Com pitadas de ironia Recolhido no meu quarto, toco, canto, encho o saco Experimentando harmonias. O som vem por um instante, um tanto quanto excitante Com a mais crua poesia Sai pra fora canto meu ensimesmado Liberte este som aprisionado. O meu sangue sergipano tem a fibra sertaneja E o canto dos ciganos. O meu sangue lusitano tem a saga do imigrante Que cruzou o oceano. Bebi na fonte dos tebanos, no talento dos baianos Gil, Raul e Caetano. Sai pra fora canto meu ensimesmado Liberte esse som aprisionado. Quando moço fui bem fundo, fui rebelde debochado Bicho-grilo vagabundo Não ligava para o tempo, ia em frente com o vento Fui Geraldo Viramundo. Mas vi meu lado aventureiro recolher-se por inteiro E render-se acomodado. Sai pra fora canto meu ensimesmado Liberte esse som aprisionado.
O Poeta da Sarjeta Por becos e mundos,por ruas escuras Passarelas da marginália
O Poeta da Sarjeta Por becos e mundos,por ruas escuras Passarelas da marginália Desfila o bardo em sua face mais crua Gritando os seus versos canalhas Cortantes como navalha Tolouse Lautrec do verbo Divino entre a bandalha Retira palavras concretas do lixo E cospe verso em sua cara O seu cavalo de batalha Párias,pivetes,ninfetas Produtos "made in sarjeta" Vida bandida,gente suspeita Um antro de mutretas Num jogo de cartas marcadas Meteu-se com a turma errada Um traficante,um proxeneta Um tiro de escopeta Adeus poeta das sarjetas Adeus mundanas e ninfetas Adeus poemas e vinhetas
Por trás da linha do horizonte Lá embaixo, no vale que aparece Vejo apertada entre as colinas
Por trás da linha do horizonte Lá embaixo, no vale que aparece Vejo apertada entre as colinas Minha pequena Leopoldina "Trecho da música "Morro do Cruzeiro"