Frase de Serginho Rock
O Poeta da Sarjeta Por becos e mundos,por ruas escuras Passarelas da marginália Desfila o bardo em sua face mais crua Gritando os seus versos canalhas Cortantes como navalha Tolouse Lautrec do verbo Divino entre a bandalha Retira palavras concretas do lixo E cospe verso em sua cara O seu cavalo de batalha Párias,pivetes,ninfetas Produtos "made in sarjeta" Vida bandida,gente suspeita Um antro de mutretas Num jogo de cartas marcadas Meteu-se com a turma errada Um traficante,um proxeneta Um tiro de escopeta Adeus poeta das sarjetas Adeus mundanas e ninfetas Adeus poemas e vinhetas
No pensador.ai desde