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Frase de Keyla Débora

Senti teu toque, o calor de sua pele, o cheiro mesclado de teu hálito. E mergulhei no teu perfume, único entre todos os seres. Estavas lindo, como de costume. Alegre, sorriso largo e barulhento, mas com um fio de tristeza no olhar. Pra deixá-lo ainda mais instigante, envolvente. Deita-te ao meu lado, quero sentir o perfume de seus cabelos, me disse. Teu gosto, misturado aos da noite me acalma, beija-me, pediu. Mandou-me calar, pois apenas minha respiração querias ouvir. Apenas meus olhos, já borrados do escuro do lápis, querias ver. Como um feitor de escravos, me tomou. Foi como nada menos que um pot-pourri de masculinidade, virilidade, candura, beleza e satisfação.

Keyla Débora

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Pensador.com

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-Li, reli, soube da vida -Vi, revi, assisti a enlaces -Questionar a cerca do amor é tolice, Pois o que não nos é tangível Difícil é sua compreensão - Dá-lhe conceito, - Utopia. - Dá-lhe forma, - Cegueira. - Cobrar-lhe razão, - Loucura. - É sorte? - É construção? - É procura? - É um achado? - Alfa? - - Omega? - É o caminho? - Ou o final dele? - Porque quanto mais procuramos conhecimento, quanto mais estudamos, Mas longe, dele ficamos? - “Só os burros encontram amor pra vida toda, E se no meio do caminho quiser sair de seu estado de ”burrice”, Irá ameaçar sua situação de felicidade plena. Eu sou burro, quero ser sempre burro”* - Será que a exibição exacerbada da alma..., A procura constante por enriquecimento intelectual..., A expressão ilimitada do saber... Distancia-nos de tal regozijo, o amor? - Não sei, só sei que nada sei, sendo assim , um BURRO, E BURRO FELIZ

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São tantas as confusões O mundo, aí fora, me assusta. Múrmuros, gritos, risos, todo esse barulho me devolve pro nada É tudo sem sentido, e eu sinto Um néctar gelado descendo por minha garganta, Sem gosto , mas refresca. Olho pra todos os lados e não vejo nada, nenhum Oasis. Apenas um copo suado, um estranho do lado, sem nada pra dizer Algumas bitucas afogadas nas cinzas, que ainda insistem em queimar Turbilhoes e mais turbilhoes de histórias, deixo escapar, sem interesse. Noto olhares frios procurando o que acham que ainda não encontraram. Procuram por alguém, por amor, por trabalho, um sorriso, por mais um copo E perdem-se. São felicidades tortas, vãs, ocas e que se desprendem na fala. Como se fosse um reunião de “mudos” ( ou surdos?), Onde o que se ouve, não se escuta Não, igual a todos aqui, não estou querendo saber. Um sopro no fundo da garrafa e “- Mais uma?”. - Não, só a despesa, por favor. Enquanto espero, percebo que não estou pensando em nada , Nada além de não estar pensando em nada. É estranho ! - Não confunda os outros com sua loucura. – OK, vou tentar Sou igual a todos eles, também procuro algo. Desta vez vou procurar minha carona lá fora, bye!