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Frase de Jorge Jololo Capessa

⁠ SOU TUA POR DIREITO Beija minha boca, que eu aceito, desperta meu prazer! Toque-me sou teu piano, estou muito caído e nada há que fazer, Aperta-me deixa-me louca, sufoca meu corpo com teu calor, esquece tudo que tem calor. Senta-se a vontade podes mergulhar na minha suavidade de pele sem fervor. Oh, como é agradável sentir tuas palpadelas deslizando sobre as corvas do meu corpo! Que mão macia, que prazer, ai! que vontade de voar, minha alma sente cada um do teu sopro, Teu calor inebria meus sentidos, homem selvagem com atitude de príncipe venerável! Gosto de sentir isto bem lá no fundo da alma, oh! Queime com óleo brilhante e prazível. Sou toda sua em toda parte deste mundo, no céu e na terra até no abismo! Estou com aquele espirito que sobe as pessoas no dia do batismo, Leve este corpo no mais alto nível até ser inadmissível! Meu amor aperta! Aperta! Que faz calor podes deixar a janela aberta.

Jorge Jololo Capessa

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Pensador.com

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Outras frases de Jorge Jololo Capessa

⁠Oh! Tu violaste mãe pátria que amamenta seus filhos, recém nascidos é a pior coisa que esperava de ti. Violaste suas mentes com promessa, que jamais existiram, vida que coisa! Que coisa que fizeste connosco êh pátria mãe? Hoje teu filho chora, violaste a Pátria, eis que teus fi…
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⁠Oh! Tu violaste mãe pátria que amamenta seus filhos, recém nascidos é a pior coisa que esperava de ti. Violaste suas mentes com promessa, que jamais existiram, vida que coisa! Que coisa que fizeste connosco êh pátria mãe? Hoje teu filho chora, violaste a Pátria, eis que teus filhos nasceram frustrados com suas vidas.

⁠ SE PODESSE VOLTAR A VIVER. Como meu pai, para viveres de novo tudo faria!
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⁠ SE PODESSE VOLTAR A VIVER. Como meu pai, para viveres de novo tudo faria! Uma experiência de vida ao teu lado pai, eu ganharia, Um outro e novo amor dentro de mim nasceria E quando o céu chorar meu calor de filho eu te daria. Quando escapar da captura do irmão da noite Desejar-te-ia em teu trabalho, um milhão de sorte, Um doce café toda manhã te daria, pai eu confesso-te, Um conselho na calada noite, sentado aqui imagino-te. Se estivesses a respirar bem aqui nenhum medo eu teria, E um abraço em cada dia ao teu lado não perderia, Tudo é belo neste mundo, assim dirias. Pai saudades aperta meu peito todos aos dias.

⁠ Boa é a claridade da tarde! A poesia vive; ela será uma eternidade:
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⁠ Boa é a claridade da tarde! A poesia vive; ela será uma eternidade: Faz-me sentir o quão apele arde! Colocá-la-ei no coração de toda humanidade: Ó poeta! Clame com belas rimas! Os poetas vivem sem fim: Como a videira dá vida as vinhas! Como borboletas num jardim: O poder das letras! Vem do coração dos poetas: Com setas das canetas! Nós vivemos sem metas:

⁠A LIBERDADE D´ÁFRICA FORA VENDIDA. I POEMA No dia em que a liberdade foi embora,
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⁠A LIBERDADE D´ÁFRICA FORA VENDIDA. I POEMA No dia em que a liberdade foi embora, Longos navios de silêncio encheram a casa, tão grande, tão vasta! Todos os gatos da vizinhança lacrimejaram rios caudalosos, Comiam cogumelos e varriam as cascatas dos cemitérios Com agudas lâminas de tédio, sobre a presença de uma mão partida. Foi preciso perder de vista as crianças que brincam: liberdade do querer. A cobra branca passeia fardada à porta das nossas cubatas, feitas para perecer. Derrubaram as árvores de fruta-pão, e sempre que uma ave parte: nunca sei para onde. Para que passemos fome vigiam os caminhos receando a fuga da autonomia do fazer. Quando a liberdade é vendida pelo tio, oh! A tragédia já a conhecemos: a cubata incendiada! O telhado de andala flamejando e o cheiro do fumo misturando-se, Ao cheiro de andu e ao cheiro da morte prematura imediata (...) vi a liberdade.