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Frase de Patrick Vieira

"Corrida da Vida" Você tá atrasado pra quê? Ou pra quem? Corre como se tivesse um destino, mas nunca parou pra escolher o caminho. Quer chegar logo, chegar antes, chegar primeiro — mesmo sem saber onde isso termina. Em algum momento, você entrou numa corrida que não escolheu. Só viu todo mundo correndo, prometendo sucesso, aplauso, dinheiro, uma casa certa, um carro melhor, alguém perfeito pra amar. E você correu. Corre atrás de um nome, de um saldo, de uma vida que parece completa nas mãos de outra pessoa. Mas toda vez que chega, já não é mais ali. Toda conquista vira ponte, nunca lugar de descanso. Você compra o sonho e já pensa no próximo. Nem mora na casa. Nem dirige o carro. Nem vive o amor. Só corre. E quanto mais corre, menos sente. Quanto mais tem, menos aproveita. No esforço de se tornar alguém, vai deixando quem você é pelo caminho. Larga o tempo, larga o agora, larga a si. No fim, você entende tarde: a vitória nunca foi chegar. Foi permanecer. Foi viver. Foi não abandonar o que te fazia inteiro. Mas… fazer o quê? Hoje o mundo é assim. Corre, cobra, compara. Transforma sonhos em metas e pessoas em degraus. A gente até percebe, mas aprende a aceitar. Diz que é a vida, que é normal, que amanhã a gente vive melhor. E segue. Cansado. Vazio. Chamando de progresso aquilo que só ensinou a correr.

Patrick Vieira

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Patrick Vieira

O ser humano só pode ser livre controlando seus desejos! O que é impossível para a mente humana. Os desejos apenas nos dão o ponto de partida para ação submissa a decisão.
Algumas pessoas procuram algo nos outros para criticar e se sentir superior, procuram como um leão a procura de sua presa. Afinal de contas, todos querem reconhecimento e ter o sentimento de importância na sociedade. Sociedade essa, que influência no desejo de superioridade ao pr…
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Algumas pessoas procuram algo nos outros para criticar e se sentir superior, procuram como um leão a procura de sua presa. Afinal de contas, todos querem reconhecimento e ter o sentimento de importância na sociedade. Sociedade essa, que influência no desejo de superioridade ao próximo, e que ao mesmo tempo critica quem a segue.

"Eu Te Vejo, Mesmo Que Não Digas" Te vi quando ninguém mais via, quando teu abraço calou meu fim,
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"Eu Te Vejo, Mesmo Que Não Digas" Te vi quando ninguém mais via, quando teu abraço calou meu fim, quando tua oração venceu o abismo e me fez lembrar que ainda havia um “sim”. Tu foste a ponte sobre águas escuras, a mão no meu ombro, o peito no meu choro, e agora és tu quem afunda em silêncio, escondendo a dor sob um falso decoro. Por fora, um sorriso cansado: “tá tudo bem, pode deixar...” Mas eu escuto o grito abafado: “por favor, alguém… vem me buscar.” Tu carregas o mundo sem pausa, tentando ser força onde falta chão, mas até heróis precisam de descanso, até os fortes merecem compaixão. Não posso tirar tua dor com palavras, nem consertar o que em ti desmorona, mas posso sentar ao teu lado em silêncio, segurando tua alma que ainda ressona. Se não quiser falar, tudo bem, se fugir de ajuda, eu entendo. Só não pensa que está invisível — eu te vejo, amigo, eu tô te vendo. E mesmo se teu mundo ruir em pedaços e tu não tiveres força pra chamar, lembra: fui salvo pelo teu abraço… e agora, eu só quero te abraçar.

"Evangelho de Fariseu?" Dizem que fazem o IDE, Que vão atrás dos de fora,
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"Evangelho de Fariseu?" Dizem que fazem o IDE, Que vão atrás dos de fora, Mas deixam se perder — Os que estavam dentro, desde o início. "Se ele não vier até mim, Não irei até ele", dizem friamente. Incrível. Que evangelho é esse? Evangelho de fariseu… indiferente? Nem chamam de fraqueza a dor que carrego, Chamam de imaturidade. Chamam de birra. Como se feridas profundas Fossem apenas dramas de quem não lida. Mas só quem sangra, Sabe o peso de continuar. Às vezes, fugir é sobreviver — Não é medo… é tentar respirar. E ainda que eu não quisesse sair, Não tive escolha… Pedi ajuda, clamei apoio, E ouvi: “Estou do seu lado” — Mas o fim… o senhor já sabe. Promessas jogadas ao vento, Palavras sem presença. No momento mais escuro, Só o silêncio fez companhia. Enquanto uns pregam multidões, Outros morrem em silêncio. Quem vai por eles? Ou será que… só contam os que aparecem no templo?