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Frase de Nicola Vital

⁠⁠POESIA A poesia não é inerente aos poemas, versos e acordes. Se encontra poesia no morro, gueto ou cortiço No cenário poético do sertão. Nos bruguelos replicando a capoeira. Existe poesia no sol, na chuva No samba ou candomblé. Na folha seca que flui No doce ninar de uma mãe No abraço rude do papai Pode está no coração. E é ampla De modo a não caber nas palavras

Nicola Vital

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos!
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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos! Não me chorem amargos sisos! Eu não chorei nem sorri. Quando eu morrer, Se assim, o for meu querer, Os ouvidos, guardai em potes de vidro Pra que não possa te ouvir. Sobre os meus olhos, Plantai no mais alto dos outeiros De frente pro mundo inteiro Para eu ver, quem chora ou sorrir. Quando eu morrer, Só a língua deixai ao relento Pra não calar o que sinto E reportar o porvir. E só quando eu morrer, Separem do corpo o nariz Esse aos eflúvios condiz Guardem-no, nos florais,aos jardins.