Frase de Maria da Penha Boina
Sem analogia de almas Sou puro sentimento, sou mulher, É na constância sentimental que alimento a minha alma, Os céticos que a lê, dizem que em mim não existe. Digo com solidez que a vida não é arbitrária, Tenho como princípio o antagonismo, Para alimentar o meu sentimento, ajo com a razão. Sou uma imperfeição de pessoa Tenho como causa primária às exceções Profano as regras capazes de eliminar a minha abstração. Quem comigo conjumina, leva-me a uma triste impressão, De tirar-me o privilégio do desvio, do habitual. Quem clarividência minha alma, elimina a minha consciência sutil. Não aceito esse dogmatismo que dissimula a minha regalia Sou uma semideusa, assim, onipotente, Tenho uma alma conceitual sem similitude.
No pensador.ai desde