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Frase de Nicola Vital

⁠A TOLICE DA VELHICE: Dizem os mais bobos meu filho, que a velhice É uma riqueza real. Ora (direi), se assim o fosse! Pois que não querem os tais, envelhecer é fato. E buscam com afinco regar dia dia a "plebeia jovialidade" A velhice, meu filho, é uma grandíssima tolice! Está sim, nos serve de impercilhos... Se eu assim pudesse Não ouviria dos mais moços a fantasia de querer crescer... Não vês? Eu não queria tê-la ao me olhar ao espelho! Não percebes, filho meu, que deveria eu castra-la Quando embaça-me os olhos a não ver tua cútis? Diminuindo-me o som de tua voz E deixando o som das canções parecer fraco Não entendes dileto filho, Depois de velhos Tornamo-nos invisíveis ante o olha da juventude? Em sua hipocrisia de amar a terceira idade. Destarte, veja, porém meu filho! Tudo isso me faz lembrar-te. Aproveita em tempo tua mocidade. Após, são tempos nebulosos e sombrios. Aonde os mais fortes dos homens se curvam Diante da velhice a segregar suas forças.

Nicola Vital

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos!
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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos! Não me chorem amargos sisos! Eu não chorei nem sorri. Quando eu morrer, Se assim, o for meu querer, Os ouvidos, guardai em potes de vidro Pra que não possa te ouvir. Sobre os meus olhos, Plantai no mais alto dos outeiros De frente pro mundo inteiro Para eu ver, quem chora ou sorrir. Quando eu morrer, Só a língua deixai ao relento Pra não calar o que sinto E reportar o porvir. E só quando eu morrer, Separem do corpo o nariz Esse aos eflúvios condiz Guardem-no, nos florais,aos jardins.