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Frase de Everton Arieiro

Depois da infância Era um tempo distante Aquele sem desconfiança Era num passo confiante Que se firmava a criança. O verbo vem no passado No passado é só lembrança E o olhar fica molhado Se pergunta sobra a esperança. Já são anos os dias O futuro mudou de lugar São mulheres as gurias Amanheceu o que era luar. Inocência que não existe Tempo tornou-se escasso Incoerência de quem desiste E planos que eu mesmo faço. Na terra que já não ando Na rua que já não brinco A vida que está findando O fim que já está vindo. E eu vivo fugindo Driblando a desesperança Encontro a quem vem sorrindo A encontrar-me durante a dança.

Everton Arieiro

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Everton Arieiro

Às vezes me perguntam se parei de fazer o que fazia. Então lembro dos construtores, que concluem uma obra; depois ficam ocupados por muito tempo nos alicerces de uma nova obra. Na vida, há um número elevado de obras. Quando termino uma, alicerço uma nova. Não dá para ser visível…
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Às vezes me perguntam se parei de fazer o que fazia. Então lembro dos construtores, que concluem uma obra; depois ficam ocupados por muito tempo nos alicerces de uma nova obra. Na vida, há um número elevado de obras. Quando termino uma, alicerço uma nova. Não dá para ser visível quando trabalho nesta parte.

A saudade dos mortos pode ser uma perda de tempo, visto que a dor, ou sentimentos de culpa, juntos ou separadamente, não trazem ninguém de volta; Mas a saudade dos vivos, se for verdadeira, faz sair de casa, a pé, de ônibus, carroça, de qualquer forma, importando apenas com o en…
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A saudade dos mortos pode ser uma perda de tempo, visto que a dor, ou sentimentos de culpa, juntos ou separadamente, não trazem ninguém de volta; Mas a saudade dos vivos, se for verdadeira, faz sair de casa, a pé, de ônibus, carroça, de qualquer forma, importando apenas com o encontro, para rir do tempo que fez desencontrar.