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Frase de Régis Bonvicino

⁠Morreu-me Morreu-me o visto como palavra, luminosidade intercalada pelo raio entre os azuis com os trovões Eis-me aqui por dentro: o que captei fez com que eu perdesse um de meus centros Um peso oco soa na cabeça como um lamento

Régis Bonvicino

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com | Fonte: Outros poemas. São Paulo: Iluminuras, 1993. | Nota de autoria: A autoria desta frase foi verificada pelo Pensador.com.

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Outras frases de Régis Bonvicino

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⁠Ó, poeta fiz tão pouco publiquei tão menos nem sei se posso proclamar-me poeta I, too, dislike it enfim um escritor que mal escreve bom pranto para as ironias baratas e um “poeta” entregue às traças chegarei à velhice sem aprender nada era virar um purgante insuportável minha meta mas nem isso terminam chegando perto de mim e batendo nas costas ó, poeta

⁠Quase Em mais uma troca oca de mim para mim
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⁠Quase Em mais uma troca oca de mim para mim mesmo entretanto oscilei e o silêncio revidou subi um degrau reverso visível como que num encanto sapos no estômago ratos nas entranhas pus na medula Duro como ferro e inexpresso cavei um espaço no mármore um bálsamo não me alçou emérito despedido o sol do dia finalmente me persuadiu à tarde, no Jardim Botânico Poesia Pura, Floribunda, haste com espinhos – vermelha, branca rosíssima, como flor