Frase de Álvaro de Azevedo
Tabula rasa De nenhuma palavra, sou como uma lousa em branco, a espera de um contraste! Continuo, e lá perpetuo, nada tenho a fazer, não há como eu mesmo me preencher! Não há nem mesmo uma maneira de me mexer! Então somente fico! E na minha mente redijo, o texto que penso escrever. Embora porém já saiba o quão impossível há de ser… Somente será preenchido pelo giz de quem sobre mim, descrever! E nesse impasse interminável, suplico a mim mesmo uma solução… Mas na fôrma eu estou preso! Condenado, e fadado, a nela permanecer até o fim. No mais, espero a visão de quem eu busco… E enquanto não vem, faço o que sempre fiz! Sinto pena de mim...
No pensador.ai desde