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Frase de Everton Arieiro

⁠Um homem do interior fez uma viagem para comprar uma máquina de lavar para dar de presente à sua esposa. Quando chegou na cidade sua bonita descolou, e ele precisou comprar uma cola, e colá-la. Feito o processo de colagem foi à loja, olhou a máquina que queria, tinha uma última unidade, e por não ter a caixa o vendedor se dispôs a dar um desconto de 30% (trinta por cento). No caminho de volta um pneu do carro furou, e ele teve que parar num acostamento e usar o estepe do carro. Então por volta das 17 horas estava em casa. Na hora que o filho mais velho foi ao carro para tirar a máquina, ele bradou: "cuidado com o que vai fazer! Hoje estou numa onda de azar muito grande!" Ele havia saído para comprar uma máquina e o fez; ele foi à cidade e voltou. Onde está o azar? Botinas descolam e pneus furam mesmo em dias de sorte. Precisamos valorizar as outras coisas do dia ao invés de focarmos na botina e no pneu.

Everton Arieiro

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Everton Arieiro

Às vezes me perguntam se parei de fazer o que fazia. Então lembro dos construtores, que concluem uma obra; depois ficam ocupados por muito tempo nos alicerces de uma nova obra. Na vida, há um número elevado de obras. Quando termino uma, alicerço uma nova. Não dá para ser visível…
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Às vezes me perguntam se parei de fazer o que fazia. Então lembro dos construtores, que concluem uma obra; depois ficam ocupados por muito tempo nos alicerces de uma nova obra. Na vida, há um número elevado de obras. Quando termino uma, alicerço uma nova. Não dá para ser visível quando trabalho nesta parte.

A saudade dos mortos pode ser uma perda de tempo, visto que a dor, ou sentimentos de culpa, juntos ou separadamente, não trazem ninguém de volta; Mas a saudade dos vivos, se for verdadeira, faz sair de casa, a pé, de ônibus, carroça, de qualquer forma, importando apenas com o en…
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A saudade dos mortos pode ser uma perda de tempo, visto que a dor, ou sentimentos de culpa, juntos ou separadamente, não trazem ninguém de volta; Mas a saudade dos vivos, se for verdadeira, faz sair de casa, a pé, de ônibus, carroça, de qualquer forma, importando apenas com o encontro, para rir do tempo que fez desencontrar.