Frase de Sane Almeida
Essa dor me trai Um sexto sentido enganador Achar que é o que pode não ser De uma história recente Ou futuro inexistente Um conto, sem passado, sem começo ou fim. Uma passagem... um parágrafo apenas.
No pensador.ai desde
Essa dor me trai Um sexto sentido enganador Achar que é o que pode não ser De uma história recente Ou futuro inexistente Um conto, sem passado, sem começo ou fim. Uma passagem... um parágrafo apenas.
No pensador.ai desde
"Eu entro na chuva pra me molhar" Me banho e me alago... Misturam-se às águas os sentimentos que de mim transpiram
"Eu entro na chuva pra me molhar" Me banho e me alago... Misturam-se às águas os sentimentos que de mim transpiram Ergo meu rosto em busca das gotas cada gota sem desprezo pra sentir o que ela trás Tão fecunda fertiliza a minha alma frutificando sorrisos e colhendo felicidade
Não sei o som da melodia do meu nome em tua boca Talvez nem me interesse mais ou esteja só mentindo para disfarçar o meu descontentamento
Não sei o som da melodia do meu nome em tua boca Talvez nem me interesse mais ou esteja só mentindo para disfarçar o meu descontentamento Não sei. O que percebo é só o vazio de não pensar. Não pensar em coisa alguma. Não concluir O seu som é o eco de um nada nada... O seu som, é nada.
Sou como este poema escrito a lápis... me deito em folhas brancas, objeto de criação de um poeta
Sou como este poema escrito a lápis... me deito em folhas brancas, objeto de criação de um poeta que sonhou um mundo imaculado Tintas não me servem. Limitam, eternizando até o que não é bom. O carvão, Ainda que carbonizado a madeira matéria prima extraída de uma vida apago com borracha. É quando me refaço. Ou me recrio
Há tanto ainda para se ver Se construir Não é nada palpável
Há tanto ainda para se ver Se construir Não é nada palpável Mas são coisas que ninguém vê Sinta os toques o carinho do vento a textura da terra a maciez da água Prove os sabores Aromas e cores Que vivificam os seus sentidos Cante do seu jeito não se importe com o desafino E se não quiser cantar, ouça! Ouça o balançar das folhas, o galho que quebra da água que dança no leito de um rio e das ondas que chegam nas areias. Se sensibilize com os sons... receba o canto dos pássaros como um presente divino Um concerto especialmente preparado para você Sorria não só com os lábios mas faça o seu corpo sentir toda a vibração positiva do querer viver Valorize os movimentos biomecânicos do seu corpo perfeitamente desenvolvidos para sua locomoção E seja grato, Suas células... seus órgãos... vão agradecer! Tenha coragem Solte as mãos do guidão Voe na atmosfera, ou nos pensamentos Faça o que te dá vontade Não valorize o que não sabem sobre você Roube um beijo ou Se declare a tempo receba o "sim" ou aceite o "não" Perceba tudo o que há Sofra as perdas Se dê ao direito de chorar E quando o corpo cansar Erga-se... renove-se Dê continuidade ao ciclo Porque a felicidade, é nômade.