Pular para o conteúdo

Frase de Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado

Instante A cada instante do futuro, Já maduro, Como viver? Intensamente, Consciente, Ou loucamente. Seria fácil, Se não fosse a cobrança, Sonhos, esperança, Deste querer sutil, Que provoca duvidas mil, Até mesmo assombros, De cruel responsabilidade, Que pousada nos ombros, Nos da finalidade, Na estrada de perdas e ganhos, Nos projetando ao derradeiro final, Já esperado, Indesejado, Mas de inevitável realidade, De transparente verdade. Só nos resta um caminho, De lucidez, Que é sonhar mais uma vez, Em vestir-se de valor, Do invólucro o AMOR. © Luciano Spagnol poeta do cerrado Rio de Janeiro 19/11/2007

Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado

ME PERDI, E ME ACHEI Não me perdi na imensidão... me perdi Na melancolia do cerrado. E me julguei
Continuar lendo

ME PERDI, E ME ACHEI Não me perdi na imensidão... me perdi Na melancolia do cerrado. E me julguei No chão, e da terra então, eu me achei Se daqui eu sai, hoje, meu lugar é aqui Mas há ilusão no tempo, se acolá e ali Outros houve, e assim, eu então farei Caminho, na diversidade, caminharei Num ardor sublime, na terra araguari Ah! Ó saudade de cólera tremenda Os sonhos sonhados agora fugitivos E as lembranças ao coração inflama Poetizaram nas rimas desta lenda A emoção tão comuns dos vivos Os desenganos os deixo na lama. © Luciano Spagnol poeta do cerrado Novembro, 2018 Triângulo Mineiro Olavobilaquiando

O grito A angústia morde os lábios Árido de tanta perturbação
Continuar lendo

O grito A angústia morde os lábios Árido de tanta perturbação A alma gretada cata os sábios Fundamentos do terno coração Ardendo o pedido de socorro Sufocados no amorfo pulmão Onde a erudição se faz forro E manta das quedas do coração O corpo chora as agonias E o alarido estridente uivo aflito Tentando cuspir arrelias Das entranhas num seco grito © Luciano Spagnol poeta do cerrado 06/08/2012, 18’58” Cerrado goiano