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Frase de André Luiz Zanata

Córrego São João Às margens do córrego São João, Brota a lembrança, pulsa o coração. Criança descalça, no chão a brincar, Lambari na aleluia, puro bem-estar. Tardes de tarrafa, a alegria a fluir, Pegando traíra, o riso a sorrir. Anzol de gaio, esperança na linha, Ovo mexido na marmita, sabor que ensina. Meu velho pai, sábio na pesca, Com amigos leais, a vida se manifesta. À noite, o farolete imita o luar, Nadando no córrego, a emoção a brotar. Jardinópolis querida, em meu rolê, Cada canto e cheiro, sempre em mim vão viver. Bom Jesus da Lapa, Aparecida a guiar, Momentos guardados, na alma, a brilhar. Às margens do córrego, quero sempre estar, Recordando risadas, sonhando a sonhar. Córrego São João, meu lar de emoção, Eterno em minha alma, tua bela canção.

André Luiz Zanata

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Pensador.com

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⁠Eu vou me deixar Sobrando no caos Rasgando as lembranças
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⁠Eu vou me deixar Sobrando no caos Rasgando as lembranças De noites de sóis Prazer em viver Desatando os nós Daqueles que vivem Procurando por nós Sou o todo vazio Buscando lençóis As vezes em risos As vezes sem voz Quem pode me leva Quem deve me entrega Aquilo que as vezes Nem eu mesmo sei No fundo me sinto O assunto preciso Que fecha um ciclo Mas abre um inciso Que traz um troféu Por vezes sem mel Estrela que brilha Sem paz no luar Sou a forma que mede O entorno a plainar Um dia me aprendo E vibro em frequência do mar Florada querida Abelha no ar