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Frase de Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado

A Morte Oh! a saudade é fato! E tudo passa A alma em procissão faz despedida E na lápide fria, repousa ali recaída Por onde o dia dos mortos devassa Do céu os entes queridos nos espia No chão a emoção assim despedaça E vê ir embora, tal sopro em fumaça Na dor da lembrança tão cruel e vazia Tristura! por que sofrer, assim, tanto Se no entanto tudo é apenas questão De tempo, a vida e a morte é encanto Paixão! deixe em paz a paz do coração Chore! e não temas o escarpado pranto A morte é início da prometida ascensão © Luciano Spagnol poeta do cerrado novembro de 2018 finados, cerrado mineiro. Araguari.

Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado

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ME PERDI, E ME ACHEI Não me perdi na imensidão... me perdi Na melancolia do cerrado. E me julguei
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ME PERDI, E ME ACHEI Não me perdi na imensidão... me perdi Na melancolia do cerrado. E me julguei No chão, e da terra então, eu me achei Se daqui eu sai, hoje, meu lugar é aqui Mas há ilusão no tempo, se acolá e ali Outros houve, e assim, eu então farei Caminho, na diversidade, caminharei Num ardor sublime, na terra araguari Ah! Ó saudade de cólera tremenda Os sonhos sonhados agora fugitivos E as lembranças ao coração inflama Poetizaram nas rimas desta lenda A emoção tão comuns dos vivos Os desenganos os deixo na lama. © Luciano Spagnol poeta do cerrado Novembro, 2018 Triângulo Mineiro Olavobilaquiando

O grito A angústia morde os lábios Árido de tanta perturbação
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O grito A angústia morde os lábios Árido de tanta perturbação A alma gretada cata os sábios Fundamentos do terno coração Ardendo o pedido de socorro Sufocados no amorfo pulmão Onde a erudição se faz forro E manta das quedas do coração O corpo chora as agonias E o alarido estridente uivo aflito Tentando cuspir arrelias Das entranhas num seco grito © Luciano Spagnol poeta do cerrado 06/08/2012, 18’58” Cerrado goiano