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Frase de Juliana de Almeida Rossi

⁠Quando te conheci foi mero acaso Coisas relacionadas ao trabalho, Lógico que de sua simpatia não fiz descaso E conforme conversávamos, cometi um ato falho Notei o quanto tínhamos em comum Pensamentos, gosto pela música e poesia Tão compativelmente incomum Que meu coração palpitou, e a sinestesia Me pegou, como não sei ter sentimentos rasos Logo estava eu apaixonada Éramos dois poetas de sentimentos intensos Me via refletida em seu olhar E olhar em seus olhos, desejava e não queria mais nada Todo o dia de trabalho, já nem me fazia cansar Na sua companhia, sentia-me a rima e você versos Mas notei que olhava na altura dos meus ombros E lá estava quem lhe atraia seus olhares Moça linda, corpo perfeito, cabelos rubros Dei me conta que eu tinha perdido, Quando me pediu para opinar em um poema Que iria entregar para ela, mesmo com coração partido Ajudei a tornar seu poema o mais lindo Porque te ver feliz seria a minha recompensa E com um beijo na testa me agradeceu.

Juliana de Almeida Rossi

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Pensador.com

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⁠Sou fênix Você me fez, perder o foco perder o rumo e a direção. Por você abri mão de mim, de meus ideais de minha intuição! Mas hoje aprendi a lição Busquei meus sonhos Voltei a planejar e versar Voltei a lutar! Agora estou mais forte Munida de experiência sabendo que sou eu quem faço minha sorte. E agora meu bem, ninguém me barra, porque sou fênix Sobrevivente do caos!

⁠A Morte Gavetas mortuária cheias. Uma geração que daqui se foi.
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⁠A Morte Gavetas mortuária cheias. Uma geração que daqui se foi. Junta-se os ossos do passado, coloca-os em sacos plásticos, o nossos ancestrais, esquecidos. Abrindo jazigo para os próximos, que chegam o fim da vida. É somente um buraco, oque precisamos ao partir. Nessa hora as novas gerações se olham, se questionam, ficam assustados. Por que enquanto o tempo passa, a fila da vida segue, e a morte chega. Sem avisar e sem pedir licença, e sem ordem etária, sem motivo algum. Sim a senhora morte e desorganizada, e ansiosa. E anda faminta nesses últimos dias. O cavalo descorado cavalga solto, anunciando o apocalipse. As pessoas seguem descrentes, Quiçá cansadas e desanimadas. Simplesmente seguem a trilha, O rasto o caminho largo o mais fácil Que leva ao mesmo lugar vazio O nada, o fim!