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Frase de Nicola Vital

⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠À SOCIOLOGIA Quando estive prisioneiro à cavernosa escuridão da consciência. Fecundaram-se meus medos. Minhas fantásticas interpretações ecoavam na escuridão do corpo físico. Projetando sombras, distorcendo signos e preterindo a razão. Buscava sem tino encontrar o eu. Todavia o peso do calabouço parecia maior que meu próprio ser. Em busca da liberdade, que sabia me era inerente. Era intensa a luz que surgia a me ofuscar a retina. Sob a escuridão da prisão enxergava mas não via. Logo você me estende a mão me guiando com esmero à primavera. Hoje, amanhã e sempre mestre. Serás por mim lembrado como meu guia à razão e saúde cognitiva. No entanto, o medo ainda permeia minha essência ante a "preguiça intelectual" que a modernidade oferece aos "indivíduos. Estimulado pelo avanço tecnológico.

Nicola Vital

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos!
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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos! Não me chorem amargos sisos! Eu não chorei nem sorri. Quando eu morrer, Se assim, o for meu querer, Os ouvidos, guardai em potes de vidro Pra que não possa te ouvir. Sobre os meus olhos, Plantai no mais alto dos outeiros De frente pro mundo inteiro Para eu ver, quem chora ou sorrir. Quando eu morrer, Só a língua deixai ao relento Pra não calar o que sinto E reportar o porvir. E só quando eu morrer, Separem do corpo o nariz Esse aos eflúvios condiz Guardem-no, nos florais,aos jardins.