Frase de Nicola Vital
À SOCIOLOGIA Quando estive prisioneiro à cavernosa escuridão da consciência. Fecundaram-se meus medos. Minhas fantásticas interpretações ecoavam na escuridão do corpo físico. Projetando sombras, distorcendo signos e preterindo a razão. Buscava sem tino encontrar o eu. Todavia o peso do calabouço parecia maior que meu próprio ser. Em busca da liberdade, que sabia me era inerente. Era intensa a luz que surgia a me ofuscar a retina. Sob a escuridão da prisão enxergava mas não via. Logo você me estende a mão me guiando com esmero à primavera. Hoje, amanhã e sempre mestre. Serás por mim lembrado como meu guia à razão e saúde cognitiva. No entanto, o medo ainda permeia minha essência ante a "preguiça intelectual" que a modernidade oferece aos "indivíduos. Estimulado pelo avanço tecnológico.
No pensador.ai desde