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Frase de Álvaro de Azevedo

Somos todos poetas Fernando… No entanto, nem todos os poetas, são poesias… Nem todos fingem dor em demasia, para alcançar a alma e trazer calmaria… Alguns se vão na dor… Outros no temor, refletem o verso em agonia. Sua própria vida… Seu refúgio, sua alforria… Que nas palavras encontram a passagem para a utopia… E do inato se dá o formato: prosa, cordel, crônica, poema, poesia… E de longe Fernando, nos encaixamos também! Pois se um poeta somente finge, queria eu fingir além… E que a dor fingida me fizesse bem… Mas o real não mente, não distorce, não desmente… O poeta escreve com alma! Por mais que finja em sua mente, é inconsequente… E nas próprias armadilhas cai em ressalva...

Álvaro de Azevedo

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Álvaro de Azevedo

Pobre burro… não conseguia mais mover-se, estava exausto! Quanta carga já havia trazido e levado? Seu montador, dono do chicote, desceu então da montaria! Olhou para o pobre burro, e perguntou-lhe: -Porque parou? Ainda não chegamos! Temos muito pela frente, seu trabalho é andar!…
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Pobre burro… não conseguia mais mover-se, estava exausto! Quanta carga já havia trazido e levado? Seu montador, dono do chicote, desceu então da montaria! Olhou para o pobre burro, e perguntou-lhe: -Porque parou? Ainda não chegamos! Temos muito pela frente, seu trabalho é andar! E fazer da carga sua vontade! Mas o burro não obedecia… como poderia? Cansado e faminto a dias… Seu montador então desistiu! -Se não tens capacidade para completar a caminhada, não tens então porque continuar vivo! De longe ouviu-se o som do sacrifício. O chicote e a carga, agora eram somente lembranças da insistência do animal! Mas assim foi, e melhor foi...