Frase de Célia Moura
Predestinação Adivinho-te As lágrimas E as quimeras derramadas Dos olhos hirtos da noite, E num abraço não contido Envolvo-te… Há diademas de Coragem Esculpidos no sopro da aurora, Estonteantes enigmas embutidos Nas paredes da casa branca. Predestinadas oscilações dos dias! A casa branca Chamou por nós. Etérea, Na derradeira aspiração, Em esgares de agonia, Ruiu Aos pés do desalento. Tristes tulipas, Apoteóticas ninfas, Dançam ainda Tchaikovsky No jardim. Célia Moura - “Vestida De Silêncio”
No pensador.ai desde