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Frase de Everton Arieiro

O retrato do mar Vi-te e desejei-te perto; A saudade quis te buscar; Vi-me e senti o deserto; Lembrei-me de em ti mergulhar. Quis. Quis voltar no tempo; Aos dias de nossa vivência; Quis. Quis sentir o vento; Sofri com a tua ausência. Tu vens? Ou eu vou a ti? À distância aborreço. Há saudade; Tu queres. Queres vir? Tem um começo. Sem vaidade. O vento continua aí; De cá estou eu tristonho; O amor ainda mora aqui; Apesar do lugar enfadonho. Para ver-te há que viajar; A viagem será mesmo assim; Não importa se for pelo ar; Só espero. Não fuja de mim. Eu te vi no retrato guardado; Fui feliz ao te fotografar; O dia que saí eu molhado; O encontro que foi com o mar.

Everton Arieiro

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Everton Arieiro

Às vezes me perguntam se parei de fazer o que fazia. Então lembro dos construtores, que concluem uma obra; depois ficam ocupados por muito tempo nos alicerces de uma nova obra. Na vida, há um número elevado de obras. Quando termino uma, alicerço uma nova. Não dá para ser visível…
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Às vezes me perguntam se parei de fazer o que fazia. Então lembro dos construtores, que concluem uma obra; depois ficam ocupados por muito tempo nos alicerces de uma nova obra. Na vida, há um número elevado de obras. Quando termino uma, alicerço uma nova. Não dá para ser visível quando trabalho nesta parte.

A saudade dos mortos pode ser uma perda de tempo, visto que a dor, ou sentimentos de culpa, juntos ou separadamente, não trazem ninguém de volta; Mas a saudade dos vivos, se for verdadeira, faz sair de casa, a pé, de ônibus, carroça, de qualquer forma, importando apenas com o en…
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A saudade dos mortos pode ser uma perda de tempo, visto que a dor, ou sentimentos de culpa, juntos ou separadamente, não trazem ninguém de volta; Mas a saudade dos vivos, se for verdadeira, faz sair de casa, a pé, de ônibus, carroça, de qualquer forma, importando apenas com o encontro, para rir do tempo que fez desencontrar.