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Frase de Valeria Teixeira dos Santos

Não me tomes por inocente ou me julgues por culpada, se ainda que, insanamente, percorro dias, meses e anos atrás daquilo que me apraz. São meus dias brevidade e não me é mais dado tanta formosura, habilidade e disposição; mas ainda assim, o desejo de metodicamente levar ao suicídio o que ainda me resta não foi gerado no cerne da própria mulher. Haja vista o prazer latente que me leva a abrir as janelas toda manhã esperando escrever um novo capítulo de minha monótona e sarcástica vida. Todos os dias me é permitido buscar e acrescentar oportunidades para que tudo saia do marasmo que vem se tornando, e que, ao mesmo tempo, o sorriso solto e largo diz que não é bem assim. Não, que marasmo, monótono o quê? Veja ao redor, às esquinas... veja! Tens criado e feito a diferença sim, tens conquistado seus sonhos sim!!!! Somos bombardeadas todos os dias com frases e notícias que nos tentam fazer parar, mas, cabe a nós lutarmos por tudo aquilo que acreditamos. Se vai contra ao que alguns dizem não ser o "certo", vale a nós ver quem é que está ditando as regras. Vivo e ajo pautada no que acredito, e não no que tentam me mostrar ou impor. Culpada ou inocente? Não tange a mim, sua opinião, desde que, cá dentro, haja paz de espírito.

Valeria Teixeira dos Santos

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Valeria Teixeira dos Santos

O encontro Segue ela ao encontro de seu amado. Ela que era só receios, vestiu-se de coragem. Em noite de inverno, se agasalhou, mesmo quando todo seu corpo em chamas ardia. Durante a viagem, no trem, eram anunciados remédios e doces para venda. Ela comprou uma caixa de ousadia e…
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O encontro Segue ela ao encontro de seu amado. Ela que era só receios, vestiu-se de coragem. Em noite de inverno, se agasalhou, mesmo quando todo seu corpo em chamas ardia. Durante a viagem, no trem, eram anunciados remédios e doces para venda. Ela comprou uma caixa de ousadia e dose excessiva tomou; dos doces, adoçou mais sua boca, que ora era apenas sede dos beijos de seu amado. Tomada das mais atrevidas vestimentas, despiu-se de toda culpa e pudor. Dos beijos molhados e suculentos, das mãos que eram só atrevimento e do toque na pele, vivenciando todas as sensações que apenas aqueles intantes poderiam lhes proporcionar, fez o casal, momento velado e eternizado.

Inverno e suor São nas noites impetuosas de inverno, Quando o suor invade nossos poros,
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Inverno e suor São nas noites impetuosas de inverno, Quando o suor invade nossos poros, Que percebo em nós até onde nossas quimeras amorosas podem nos levar. Nos levam a conhecer as estrelas em céus nublados; às aguas salgadas dos rios, por nosso gotejar; à sobrevoar pelos jardins na negritude, quando são nossos pés que nos levam por percorrer. É o suor mais picante e desejado da que é só eterno delírio.

Se estás cansado de caminhar E não tens onde repousar Ofereço a ti meu coração
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Se estás cansado de caminhar E não tens onde repousar Ofereço a ti meu coração Nele encontrarás fontes que Saciarão todas as tuas sedes E ao nos tornarmos uma só alma Verás que encontrastes repouso indubitável Onde terás corpo abrasador Para aquecê-lo do frio Mãos para percorrerem por todo teu corpo e Seios, onde repousarás tua cabeça e Sentirás a deleitosa essência de Tua amada, meu amor.

Noite de tormentas É quando a noite chega No encontro do eu com meu eu
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Noite de tormentas É quando a noite chega No encontro do eu com meu eu Que as tormentas irrompem E o silêncio do desconhecido Abalroa-se com a turbulência da mente Seus bramidos ensurdecem-me na calada Não há estratégias ou fugas Preciso me manter viva ao embate É quando vou de encontro à janela Fito o firmamento e Me sobrevém à lembrança que em breve Haverá o alvorejar, dia se tornará E o silêncio do desconhecido se calará.