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Frase de JOANA DE OVIEDO

⁠“Oh, coisa simples! Para onde foste?” Sensível cérebro quando chegou a tal conclusão, haja vista que em “tempos modernos”, tudo que se mostra, em nada faz lembrar a simplicidade quase inocente de tempos “remotos”. A felicidade deve estar estampada nas redes sociais e/ou nos relacionamentos, e, assim ilusória, sabendo-se falsa, causa sofrimento e dor ao ser humano de não poder atingir esse grau de satisfação, senão um espírito depressivo de não poder viver a plenitude de um real sentimento. Não há nada de errado mostrar as coisas boas e mesmo um momento de magnitude, pois o cérebro sabe reconhecer o belo, assim como reconhece o "feio" como algo doente (segundo as Neurociências), mas sejamos coerentes com o que é verdadeiro. Há razões para sermos felizes, sem cobranças, e sem ter um destinatário distante para onde “devamos” exibir algo que não temos ou somos na realidade ou na essência.

JOANA DE OVIEDO

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Vida fajuta Todos os dias eram perfeitos com vc. De seu jeito Havia café da manhã em todas as manhãs
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Vida fajuta Todos os dias eram perfeitos com vc. De seu jeito Havia café da manhã em todas as manhãs e o café da tarde também, todos os dias. O almoço sempre mesmo horário. Os pratos e talheres guardados no armário, tudo organizado... Forrados com toalhas de crochê ou pintado a mão com suas pequenas mãos... E vc dizia: Eu já fiz o café, mas não sei se ficou bom. Talvez tenha ficado ou não, mas tudo era perfeito ao seu lado. E na calada da noite, ouvíamos estórias de papai, papos perfeitos, agora desfeito. Ninguém para para contar as estrelas do seu único céu, nem olhar o luar. E antes da noite, ao jantar, mãezinha, vc a última, sempre depois. E assim deveria ser à mesa da vida, vc a última... Muito bem depois! Vida fajuta!

Admiro pessoas que dizem o que pensam, mas que também ouvem e respeitam o que outros pensam, e que não fazem das diferenças de pensamentos uma luta armada de ignorância. Haja vista a Carta Magna que nos confere a liberdade de expressão e não diz que quem vence em seus argumentos…
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Admiro pessoas que dizem o que pensam, mas que também ouvem e respeitam o que outros pensam, e que não fazem das diferenças de pensamentos uma luta armada de ignorância. Haja vista a Carta Magna que nos confere a liberdade de expressão e não diz que quem vence em seus argumentos é quem está correto. "Eu penso, Tu pensas, Ele pensa, Nós pensamos." Conjuguem o verbo pensar!