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Frase de poetanonimo

Em todas as noites com ela, eu pedia em meio ao frio cortante: ''Por favor, me dê amor, ou por favor, me dê ao menos um amor para eu amar, um amor para eu não chorar, um abraço com o teu calor, uma chuva que não traga dor'' Mas como todas as noites, ela deixava-me apenas a contemplar as estrelas e o luar deixando o silêncio por nós falar Foi em julho, onde tudo foi diferente ela abandonou-me diante dos corpos celestes, que aos poucos em trevas se tornavam E o meu interior, sangrando de solidão Morreu de amor em meio a escuridão

poetanonimo

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Eu costumava sonhar sobre o dia em que você voltaria Mas depois não consegui responder como eu lidaria com isso Então desistimos de amar porque não nos importávamos
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Eu costumava sonhar sobre o dia em que você voltaria Mas depois não consegui responder como eu lidaria com isso Então desistimos de amar porque não nos importávamos E agora você se parece com uma pintura Onde nem tudo pode ser compreendido Onde nem tudo pode ser expressado Entretanto, é ainda admirada por olhos Que já não são mais os meus

Sei que está ao meu lado Porém, não sinto sua presença quando fecho os olhos E isso só aumenta a necessidade de mantê-los abertos
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Sei que está ao meu lado Porém, não sinto sua presença quando fecho os olhos E isso só aumenta a necessidade de mantê-los abertos Para não te perder na imensidão vazia do meu universo Esse sofrimento de saber que está próxima Mas ao mesmo tempo distante Faz-me em pedaços E é muito pior quando anoitece Pois cada um toma um caminho diferente para casa E eu acabo não te vendo até o próximo dia Isso se torna uma tortura sem fim Pois se pego no sono, me afogo no vazio Então o que me mantém acordado é a insônia Que me acompanha quando a noite cai E me ajuda a procurar você Mesmo não estando aqui

Não me recordo muito do que sonhei ontem Apenas tenho a lembrança de que Quando as luzes noturnas acenderam
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Não me recordo muito do que sonhei ontem Apenas tenho a lembrança de que Quando as luzes noturnas acenderam E iluminaram as ruas da cidade Saí de casa em busca de alguém Não me lembro quem era Apenas sei que me trazia felicidade Então fui para o local mais alto da cidade E vi tudo de uma outra perspectiva Observei tudo de um horizonte diferente E percebi que tudo ali era vazio E as pessoas, todas superficiais Olhei para dentro de mim E notei que também não havia nada Eu era apenas um casco vazio Assim como todos os outros E senti o quanto era perturbador Reconhecer a própria futilidade E o quanto eu era insignificante Por estar procurando O que nunca existiu Felicidade E alguém