Frase de Douglas Rodrigues da Silva
Entre o entardecer e o anoitecer Em cada encruzilhada vidas inteiras se cruzam num incessante entroncamento de laços. Mesmos rostos, mesmas vozes, lentos passos. Estamos continuadamente a nos encontrar. Um dia, nosso adeus final impede-nos de entre os vivos continuar. Tudo é doce demais para o amargor que inevitavelmente temos que experimentar. Nem tudo é alegria, pois a morte, com sua harpa a tocar, ceifa as vidas nos impondo um último e sôfrego acenar. Portanto, antes que tudo acabe, seria interessante esquecermos contínuo alarme, pois apesar das pesadas correntes nas quais a vida nos arrasta, nada é pior que a morte, com sua orquestral trapaça.
No pensador.ai desde