Pular para o conteúdo

Frase de Marcio Funghi de Salles Barbosa

COMUNICAÇÃO E CRIAÇÃO Dr. Márcio Funghi de Salles Barbosa(*) Introdução Este é um pequeno e resumido ensaio sobre o papel essencial da comunicação para a criação e consequentemente o evoluir otimizando. 1 _ Despertando o interesse do grupo Exibo por todos os ângulos uma caixa plástica vazia de Gilete Mach3 e questiono: “Quantas lâminas de Gilete cabem nesta embalagem? Respostas possíveis e lógicas: 2 ou 6. Duas se olharem os objetos de barbear, seis se contarem as lâminas cortantes. 2 – Aproveitando este exemplo, podemos perceber que a lógica interpretativa de cada resposta, depende de como vemos o evento, o que nos chama a atenção para entendermos porque as tarefas designadas podem ser bem ou mal realizadas: depende da clareza de como a solicitação foi feita e do nível de capacitação para captá-la. Conto um exemplo acontecido em uma Faculdade de Medicina: O catedrático de urologia pergunta a um paciente internado, depois de examinar a sua ficha médica: “Sr. Antônio, o senhor já recolheu o volume urinário?”. A resposta trêmula: O, o, o volume? Já, já, sim senhor!”. Ao informar que logo tenha o resultado o mestre irá medicá-lo e se afasta. Um aluno, conhecido de outra entrevista a que se submetera o Sr. Antônio é parado por ele e inquirido: “Doutô, o qui o professo falo?”. A explicação veio depois de duas perguntas: “O Senhor não entendeu? Por que respondeu que sim?” “Eu tinha vergonha em dizer que não sabia o que ele perguntara”. Foi a resposta. Ao ser explicado que se tratava de fazer o xixi no vidro, ele perguntou: “Por que ele não falou assim? Metideza?” . Este aluno jurou para si que nunca falaria mediques para seus clientes. 3 – Avaliação do exposto: Se quisermos nos fazer entender, temos que “elevarmos” nossa cultura, até o nível de percepção do informado. O elevarmos, não está sendo dito em tom sarcástico, mas se procuramos formas de nos comunicarmos, estamos elevando nosso saber. 4 – Paradigma prático adquirido: O mundo está passando por esta turbulência, por um único motivo, os seus habitantes não sabem se comunicar. Explico melhor: Os pais e a comunidade tem por obrigação preparar seus descendentes para serem algo de bom na vida. Esta preparação tem dois caminhos. O melhor: ensinando que dos erros a humanidade aprendeu o certo; ou o defeituoso: a comunidade não aceita que você erre. No primeiro caso teremos indivíduos conscientes de sua limitação, não estarão coagidos e a possibilidade de erro é bem atenuada. É bem provável que obtenha excelente recompensa pelo seu trabalho consciente. No segundo, as defesas contra o erro serão tão vigiadas, que a probabilidade de acerto será vista como um ufa!, de alívio. Estes indivíduos poderão dominar certos conhecimentos essenciais, mas provavelmente não se exporão, buscando uma remuneração adequada ao seu trabalho, se resguardando para não serem apontados como ambiciosos que podem errar. Outros indivíduos procuram fugir do ser, buscando atalhos fáceis para que sua inteligência voltada para “chegar lá”, tornando-se pessoas que “tem”. Com isto dominam os que são, mas tem timidez, e vivem brigando com funcionários contratados para serem dominados, não os deixando saber mais que seu dono. Ultimamente surgiu uma quarta modalidade de seres. Eles aprendem o mínimo, exploram a moda não só ao vestir-se nas 25 de março da vida, como no que está em voga nas conversas, que não entendem, mas reforçam o que ouvem, ou mesmo aprendem maneiras de fingirem ser. Estes invariavelmente serão usados como troféus dos que só tem, numa complementação para “inglês ver”. 5 – Como rumar para a criação? a- Selecionando bem seus funcionários; b- Não fugir da busca de apoio logístico de terceiros (consultores); c- Aperfeiçoando os conhecimentos, via cursos, palestras, oficinas de trabalho; d- Corrigindo e aperfeiçoando diuturnamente a comunicação; e- Procurar entender que o conhecimento atual é insignificante diante do que há para ser incorporado, mas não sem sentir-se fracassado, pois o conhecimento de ontem já ficou ultrapassado em muitos aspectos; f- Tomar como hábito registrar todos eventos empresariais em atas; g- Otimizar cada degrau galgado de forma segura, evitando pular etapas e não se detendo num patamar por tempo acrescido pelo medo de errar; h- Usar o registro dos eventos no planejamento da otimização, para conseguir crescer, revendo e evitando erros do passado, hoje chamamos este processo de “Otimização-Revoluindo” i- Agindo com estes conceitos à guisa de apontadores, a cultura da empresa irá aperfeiçoando-se, tornando o ambiente de trabalho agradável, onde não se tema a pressão, se evite a tensão, o “esponjismo” sugador do conhecimento dos comandados pelo chefe esponja, que não valoriza, mas apaga a luminosidade dos criativos temerosos; j- Empresa em expansão cultural separa o “joio do trigo”, formando uma equipe coesa, próspera, com pequena margem de possibilidade de sabotagens, vandalismo e absenteísmo. _______________________________________ (*) - É Terapeuta Psiquiatra, Sexólogo e Consultor de Relações Humanas nas Empresas Contatos: drmarcio@drmarcioconsigo.com

Marcio Funghi de Salles Barbosa

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Marcio Funghi de Salles Barbosa

A CBF DIZ: "CALA A BOCA DUNGA"; EU NÃO CALARIA. Aclamado na chegada, Ele disse que ficava.
Continuar lendo

A CBF DIZ: "CALA A BOCA DUNGA"; EU NÃO CALARIA. Aclamado na chegada, Ele disse que ficava. Não pensou que a cachorrada, A espada lhe fincava. Precisavam de um bode Pra derrota espiar, Assim o bobo se _ode, E seguem a indicar, Gente com bom patrocínio, Para as burras entupir. Pois, burro sem raciocínio, Com dinheiro vai fingir, Ser o dono deste mundo, Com sete palmos pro fundo. ________________________ Pastéis, não diferenciam O que apenas só viam, Não sendo racionais, Sem julgar, gestos errados, Pois creem ser maiorais. Ao se tornarem malvados. Corrompem tudo e todos, Que querem ter muito mais. Costumam criar uns modos, Que os fazem tais e quais, Às bestas despudoradas, Pouco importando quem torce. Esquecem que nas 'peladas', O fome ronca em morse. __________________________ Daí vem o futebol, Minorando o sofrer, De quem olha o arrebol, Pensando em renascer. Talvez perdendo a Copa, Consiga no voto vencer, A política que dopa, Com mentiras todo o ser, Criando em farsa time, Ao qual se deve torcer. Não mais deitando no vime, Mas lutando e vencer. Do nosso berço beleza, CRIEMOS NOSSA GRANDEZA! _________________________ pinfo@drmarcioconsigo.com

JOGO È JOGO! Quando estudante de Medicina, costumávamos jogar pôquer nos intervalos de estudos aos sábados. As apostas eram feitas em centavos e um grande perdedor chegava a perder numa tarde, cerca de cinco cruzeiros. Certa feita, depois de uma jornada de ‘sorte’ eu já ganhara…
Continuar lendo

JOGO È JOGO! Quando estudante de Medicina, costumávamos jogar pôquer nos intervalos de estudos aos sábados. As apostas eram feitas em centavos e um grande perdedor chegava a perder numa tarde, cerca de cinco cruzeiros. Certa feita, depois de uma jornada de ‘sorte’ eu já ganhara algumas partidas e acumulava a ‘riqueza’ de vinte cruzeiros, quando saio com jogada pronta de um street-flush até rei ( 9, 10, valete, dama e rei - de paus). Disfarcei, fingi ter dúvidas se trocava uma carta e uma alegria imensa, muito bem contida, se apossou de mim. Ao iniciar as apostas, lancei vinte centavos na mesa, dois jogadores pagaram e o terceiro dobrou minha aposta, fazendo fugir os dois ‘blefadores’. Fomos dobrando as apostas, até que eu paguei uma aposta de dez cruzeiros, que me sobravam. Ao abrir o jogo, meu oponente viu meu street e completou: “Ganhei!”, exibindo um Royal-street-flush de ouros (até ás). Desde este dia passei a ter mais firmeza numa crença que já professava: “Não existe sorte em jogo, existe habilidade ou coincidências”. Hoje, 02/07/2010, fomos desclassificados da Copa. Ainda bem que a nossa copa não foi inundada por uma enchente! Mas, senão vejamos: Tomamos um gol por mera casualidade: homens escolhidos, defendendo a área, no lugar errado e um mergulho bem intencionado produz um erro, que não queríamos que acontecesse, pois a partida fica empatada. Desesperados, com raiva, ‘ultrajados’ pela Holanda, o nosso time se descontrola e numa série de atitudes impróprias, perde a habilidade e voltamos para casa. Já ouvi uma série de justificativas e acusações, que de nada valem, pois perdemos a chance de vitória nesta Copa. Creio que o erro nos destrona por algum tempo, mas começamos a amadurecer a seguir: - Dunga protegeu a seleção de exposições que a prejudicassem, fazendo com que o ‘já ganhou’ atrapalhasse a concentração; - As escalações das equipes, sempre favorecem a alguns patrocinadores e patrocinoraptores, - A imprensa tem idéias díspares, favorecendo aos que as acertam e calando aos que as erram; - As ‘bumbunzelas’ não foram bem o que eu esperava: sem um pingo de ‘sex-apeal’, só emitiam sons horríveis, que devem ter perturbado vários jogadores de muitas seleções; - As Jabulanis pulavam mais que periquitos no cio, muitas vezes atingindo o terceiro andar do gol, ou as laterais de escanteio, ao contrário de serem encaminhadas para o gol, levando os torcedores ao ‘clímax’, como estavam acostumados a proporcionar os periquitos, digo, os jogadores. Fica aqui uma pergunta? Quem se beneficiou com a contratação desta ‘pelota’? Garanto que não fui eu nem a população da África, nossos ancestrais; - Nossa seleção e a da Holanda deram um show em civilidade, demonstrando pejo ao racismo; - Talvez o Dunga consiga ter como prêmio a melhora de seu pai doente; - Talvez na próxima Copa, no Brasil, tenhamos um técnico com o apelido de Dengoso, que não irrite a imprensa, mesmo se não levarmos o título. Aliás, o apelido do nosso técnico é impróprio pois o Dunga era mudo. Acho que poderíamos dispensar algum Zangado, para evitar prejuízos à Seleção Canarinho, que intentava tomar ‘laranjada’ e acabou chorando, como todo ser humano de caráter é capaz de fazer, ao perceber suas falhas; - Por último, mas muito importante, é preciso ressaltar que a única seleção candidata ao hexa-campeonato e capaz de sambar com desenvoltura é a nossa. Viva o Brasil! Viva a Seleção! Vamos escolher com consciência nossos próximos dirigentes, pois a ‘LISTA SUJA’, parece que está sendo burlada! E viva Zambi! _________________________ pinfo@drmarcioconsigo.com

JABULANIS? PRO FUTEBOL AMERICANO! Julio Cesar ataca bola da Copa: ‘Parece com as compradas em mercado’’.
Continuar lendo

JABULANIS? PRO FUTEBOL AMERICANO! Julio Cesar ataca bola da Copa: ‘Parece com as compradas em mercado’’. Mal sabe ele, que de fato topa, Com um grande acordo negociado: A FIFA envolveu todos ‘mafifosos’, Onde correu solta uma dinheirama, Para se vingarem destes ‘ardorosos’, “Que querem seu time com bastante fama”! Por isto usaram só as JABULANIs Que chutadas acertam os torcedores, Fazendo galos nas cucas dos romanis Que com VUVUZELAS querem escores. Moral: Se até na distração há safo, Só nos resta torcer, como desabafo! _________________________ pinfo@drmarcioconsigo.com

QUEM SABE, QUEM SABE É DEUS! (Paródia) Paródia brasileira de Quizás, quizás, quizás De O Ferres (prá valer!)
Continuar lendo

QUEM SABE, QUEM SABE É DEUS! (Paródia) Paródia brasileira de Quizás, quizás, quizás De O Ferres (prá valer!) Tom Cm (pelo menos isto!) Ritmo Bolero Sempre que te pergunto: “O quando comes e onde?” Tu sempre me respondes: “Quem sabe, quem sabe é Deus!” E assim passando fome E eu bem revoltado E tu abobalhado: “Quem sabe, quem sabe é Deus!” Estás perdendo o voto, Esperando, votando, Por mais que tu o queiras Estão se lixando, até quando? Não passe assim os dias, Estou te informando Pra ir se rebelando, Agrade a ti e a Deus! Não vote nos filisteus! _________________________ pinfo@drmarcioconsigo.com