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Frase de Carlos Lana

⁠Ciúmes são noções de desconfiança em algo que se forma com base na confiança mútua. Por se embasar em coisas completamente imaginadas são apenas reflexo de si mesmo e não dá outra pessoa. Entretanto, vivemos numa sociedade doente, onde tudo é sub vertido e na maioria das vezes o ciúme se mostra verdadeiro. Mas ele não é o meio, não deveria ser. Cabe mais conhecer pessoas de confiança do que se relacionar com qualquer um. Baseie suas relações na confiança e só então criara laços duradouros, não invente sinais nem fique procurando, mas não confie completamente em ninguém, no fim a verdade sempre aparece. Para você que merece o ciúme do seu parceiro, porque você não é confiável: abstenha-se de relacionamentos que não pode manter e da responsabilidade do erro que poderia, e como deve, ser evitado.

Carlos Lana

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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⁠Os vilões tem motivações, os heróis querem a homogeneidade. Mas como tudo no mundo, há exceções.
João e Maria ⁠— Joana me diga, e Maria? Que fará?
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João e Maria ⁠— Joana me diga, e Maria? Que fará? João se foi, coitadinha. Onde será que ele está? — Silêncio, menina atrevida. Quem te mandou falar? E se quem vem vindo é Maria? Não deixe te escutar. — Pois Joana, me conte baixinho. Que ela não nos ouvirá. E me diga se é ela que vem vem vindo Aquele vulto que se assoma por lá. — Menina atrevida me poupe, vai me deixar descansar Se te digo o que sei de Maria? — Tenha certeza Joana querida. Certeza que não vou apurrinhar. — Escute, escute. Maria, Maria. Casou com o safado, Contra a família. Tinha adoidado, Como você bem disse, a coitadinha. — Pois então, não há aí algo que já não sei? — Escute, escute. Menina atrevida. Me deixe terminar. João, safado já era casado. E Maria deixou-se enlaçar — Ela sabia? — Sabia — Não diga. — Já disse, sabia. — Não sabia? — Me deixe continuar. Escute, escute. Menina burrinha. Maria é que vem vindo Deu de voltar João deu de fugido Já era fingido Deixou esposa e outra pra trás. — Outra? — Maria! — Maria? — Outra! — Outra! — Menina, tu é burra? Se cuida. Que acabo de me emburrar. Escute, escute, rapidamente. Que Maria vem longe, Mas logo vai chegar. Maria traída, se juntou com a que traía Pra tentar encontrar o fugido. — E acharam? — Não sei. — Como não? — Eu não estava lá. — E como sabes tanto! — É que… — Não conte que estou aqui Joana maldita, Não conte que me escondo cá. — João cala a boca…! (Toc toc) (abre porta) — MARIA!?? — Oi Joana, oi menina. Que estão a cochichar? Venho de longe, procurando um bode Que fugiu do rebanho. Um bode que eu vou castrar. — Maria, não diga, que isso, menina. Maria te digo bode nenhum veio aqui parar. Né menina atrevida? — Te digo Maria, não vi bode. Vi cabelera farta. Vi bigode. Vi um safado de voz forte. Um safado escondido cá