Pular para o conteúdo

Frase de Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado

SONETO SEM SORTE Amor, quantos espinhos há na tua haste Arranhando a solidão aqui no meu peito Errante nos sóis e chuvas, sem ser eleito Entre estações sós, num triste contraste Saudades passam, e não passa o efeito Porém, tu e eu, amor, no mesmo engaste O fado faz que a desventura nos arraste Por outonos, num desfolhamento do leito Pensar que custa tanto, tanto desgaste Quando poderia ser diferente, ser feito Com companhia, desde que chegaste Mas tu e eu simplesmente sem preceito Ali onde o passado no remorso choraste Semeamos a sorte sem nenhum proveito © Luciano Spagnol poeta do cerrado Janeiro de 2016 Cerrado goiano

Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado

ME PERDI, E ME ACHEI Não me perdi na imensidão... me perdi Na melancolia do cerrado. E me julguei
Continuar lendo

ME PERDI, E ME ACHEI Não me perdi na imensidão... me perdi Na melancolia do cerrado. E me julguei No chão, e da terra então, eu me achei Se daqui eu sai, hoje, meu lugar é aqui Mas há ilusão no tempo, se acolá e ali Outros houve, e assim, eu então farei Caminho, na diversidade, caminharei Num ardor sublime, na terra araguari Ah! Ó saudade de cólera tremenda Os sonhos sonhados agora fugitivos E as lembranças ao coração inflama Poetizaram nas rimas desta lenda A emoção tão comuns dos vivos Os desenganos os deixo na lama. © Luciano Spagnol poeta do cerrado Novembro, 2018 Triângulo Mineiro Olavobilaquiando

O grito A angústia morde os lábios Árido de tanta perturbação
Continuar lendo

O grito A angústia morde os lábios Árido de tanta perturbação A alma gretada cata os sábios Fundamentos do terno coração Ardendo o pedido de socorro Sufocados no amorfo pulmão Onde a erudição se faz forro E manta das quedas do coração O corpo chora as agonias E o alarido estridente uivo aflito Tentando cuspir arrelias Das entranhas num seco grito © Luciano Spagnol poeta do cerrado 06/08/2012, 18’58” Cerrado goiano