Pular para o conteúdo

Frase de Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado

Do Filho para o Pai Pouco te tenho agradecido Deste-me ensinamento, a vida, Na dificuldade sempre presente Generoso dá-me o teto que me abriga Nos conselhos nunca tiveste ausente Distante é sempre presença amiga Obrigado, mesmo que pareça tarde, Por ser este Pai correto Em momento algum foste covarde Até na ocasião de braços cansados Deu-nos só exemplo de honestidade Dos caminhos que levam a verdade Mostrando-nos sempre a realidade Até mesmo de sonhos abdicaste No seu jeitão de Pai sentimental Em sua timidez amor foi fundamental Nunca hábil em demonstrar carinho Na construção de seu ninho Foi ereto e com força total Edificado em seu talento Cheio de alento Por mim e meus irmãos Louvamos por ser este Paizão

Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado

ME PERDI, E ME ACHEI Não me perdi na imensidão... me perdi Na melancolia do cerrado. E me julguei
Continuar lendo

ME PERDI, E ME ACHEI Não me perdi na imensidão... me perdi Na melancolia do cerrado. E me julguei No chão, e da terra então, eu me achei Se daqui eu sai, hoje, meu lugar é aqui Mas há ilusão no tempo, se acolá e ali Outros houve, e assim, eu então farei Caminho, na diversidade, caminharei Num ardor sublime, na terra araguari Ah! Ó saudade de cólera tremenda Os sonhos sonhados agora fugitivos E as lembranças ao coração inflama Poetizaram nas rimas desta lenda A emoção tão comuns dos vivos Os desenganos os deixo na lama. © Luciano Spagnol poeta do cerrado Novembro, 2018 Triângulo Mineiro Olavobilaquiando

O grito A angústia morde os lábios Árido de tanta perturbação
Continuar lendo

O grito A angústia morde os lábios Árido de tanta perturbação A alma gretada cata os sábios Fundamentos do terno coração Ardendo o pedido de socorro Sufocados no amorfo pulmão Onde a erudição se faz forro E manta das quedas do coração O corpo chora as agonias E o alarido estridente uivo aflito Tentando cuspir arrelias Das entranhas num seco grito © Luciano Spagnol poeta do cerrado 06/08/2012, 18’58” Cerrado goiano