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Frase de Júlia Figueiredo

⁠Dedique-se com afinco a coisas inúteis, porque são elas que oportunizam a felicidade. Perceba: a felicidade é inútil em si mesma. Ou você tem resposta para a pergunta: "Ser feliz pra quê?" É por isso que, quando algo é verdadeiramente inútil, sentimo-nos preenchidos. Veja: balançar na rede vendo as estrelas para quê? Contemplar o pôr do sol para quê? Mergulhar no mar para quê? Dançar uma música para quê? Para nada disso há resposta, pois é para nada mesmo. Seu valor está em si mesmo e não para um fim (objetivo). Por isso, aconselho: INVISTA EM COISAS INÚTEIS, assim como as crianças. Inspire-se na sabedoria dos pequenos que se concentram apenas em exercer a vida, viver sua plenitude e mergulhar na existência. Atente-se a isto: abra mão do pragmatismo e romantize a vida, porque sua extraordinariedade merece ser venerada. E JAMAIS transfira para a rotina o poder de acinzentá-la.

Júlia Figueiredo

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Júlia Figueiredo

Antes de qualquer coisa, devemos criar espaço para nossa espiritualidade e só a partir daí nos abrirmos às demais criaturas. Saltar e a rede aparecer? Filosoficamente catastrófico, mas (realmente) é o passo da morte que traz renascimento.
Assentada sobre a rocha alta e aquecida, aguardando mais um pássaro pintar essa tela. Ouvimos a corredeira, tocamos a água do leito. Sentimos o calor na pele. Queremos voar para refrescar a alma. Queremos a liberdade de ascender. O vento parece forte, mas não suporta nossa bagage…
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Assentada sobre a rocha alta e aquecida, aguardando mais um pássaro pintar essa tela. Ouvimos a corredeira, tocamos a água do leito. Sentimos o calor na pele. Queremos voar para refrescar a alma. Queremos a liberdade de ascender. O vento parece forte, mas não suporta nossa bagagem pesada. Aqui de cima pensamos como deveria ser, como deveríamos ser. E concluímos estar fora de alcance. A corredeira balança os galhos, contorna a rocha, nutre o limo, compõe a tela. Mas ainda esperamos o pássaro pintá-la. Está mais calor que antes. O Sol queima a pele. Os olhos recolhem-se ainda mais. A tela está menor. Mas com dificuldade, ainda aguardamos o pássaro passar, ditando como deveríamos ser. Está queimando, está ardendo, e com os olhos fechados, sentindo o vento bater sem refrescar a pele, me pergunto como seria se soubéssemos que desmoronaríamos. Lancei-me. “Como pensávamos que poderíamos voar, agora mergulhamos”. E o fazemos com tudo que somos. A coragem de ser livre.