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Frase de Adailson Pereira Sales

Poema- Meu lar , meu mundo Fui convidado para conhecer a terra do reggae, e então chorei ao ver a dura realidade, onde Gonçalves Dias sonhou com a liberdade, mas a tristeza se esconde em cada esquina o que dirá da minha princesa do sertão, onde nasci, hoje perdida em solidão. Sem autoridades que tragam amor, só sofrimento, um grito sem valor. crianças indo para as escolas em pau de arara, outras indo a pé, pegando poeira na estrada. Por que tanto sofrimento? A vida tão cara, flores que brotam em solo de dor e jornada. As casas de palha, as paredes de barro, reflexo de uma vida em meio ao desamparo. Na terra do bumba meu boi, onde o ritmo ecoa, mas a dor da miséria é que verdadeiramente ressoa. Caminhando com olhares que falam de dor, escolas em ruínas, sem amor nem valor. Futuro incerto, sonhos esmagados, Um grito silencioso em corações cansados. Olhei para aquela criança com olhos de mar, “Estou com muita fome”, me disse em súplica. O coração apertado não soube como agir, um clamor que ecoa e nunca se explica. se o comunismo ou socialismo é bom, o Maranhão vai te dizer! Um voto por um Bolsa Família que abrace, que traga dignidade e esperança ao lar. Que cada criança tenha um futuro que enlace, e que a fome se torne apenas um lugar. Na terra do reggae e dos versos de amor, é preciso um canto por justiça e verdade. Que as vozes se unam na luta que entoa, por um Maranhão livre da dor e da saudade. Assim sigo em frente com o olhar mais atento, carrego essas histórias no peito aflito. Com amor como escudo e esperança como vento, que leve as sementes de um futuro bonito. ADAILSON PEREIRA SALES

Adailson Pereira Sales

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Pensador.com

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No jardim da minha alma, floresce uma paixão, Teus olhos são estrelas na imensidão, Teu sorriso, melodia, doce canção,
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No jardim da minha alma, floresce uma paixão, Teus olhos são estrelas na imensidão, Teu sorriso, melodia, doce canção, És o sol que aquece meu coração. Teu toque é brisa leve, suave e calma, És a chama que incendeia minha alma, Nos teus braços encontro minha palma, Teu amor é o porto que me acalma. Nos versos do destino, escrevemos a dança, Cada palavra, um passo em nossa esperança, Teus lábios são o vinho, doce lembrança, És o sonho vivido, eterna criança. Teu amor é o mar, profundo e sem fim, Navego em tuas águas, me perco assim, És o tempo e o espaço, começo e fim, Contigo, amor, meu mundo é um jardim. Se sou a lua, és meu céu estrelado, Um amor que é poema, eterno legado, Nosso laço é forte, jamais quebrado, És meu tudo, meu tudo amado. ⁠

poema - O céu dos noivos Quando te vi pela primeira vez, meu coração ficou espraiado em claridade;
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poema - O céu dos noivos Quando te vi pela primeira vez, meu coração ficou espraiado em claridade; havia em tua presença uma aura dulcífera que adoçava até o silêncio ao redor. Tua garridice aureolada reluzia com tão rara graça que intuí, sem resistência, que meu espírito se pendoaria ao teu encanto — pois algumas belezas não se explicam: apenas se sentem. Em teu ser fulgura uma agalma celeste, uma formosura tão sutil que o horizonte reconhece; teus gestos derramam suavência e magnopulcritude, como se o próprio tempo inclinasse sua serenidade para contemplar-te. És minha auriflâmula, meu farol de celsitude, a límpida presença que exala benquerença e virtuluz; teu olhar possui o dom da inefância, e tua voz carrega a doçura da mais pura dulcídia. No toque que me ofertaste, sinto a eternância florescer, broto de luz que nenhuma noite consegue desvanecer. Em tua alma habita uma miraluz infinda, claridade que repousa em mim com brandura antiga e inesgotável. És magnolímpida, és pleniáurea, és serenídea; cada passo teu deixa um rastro de auridez, e cada palavra tua reacende o lume da minha humanidade mais profunda. Se o amor possui um templo, teu nome é o seu altar. Pois em ti encontro altiplácida candura, delicadeza que enleva, acalma, eleva. E assim declaro, diante da vida e do firmamento: que meu coração te escolhe em perpetuidade, que cada aurora será tua, que cada suspiro será de lealdade ardente. Que este poema seja nosso hino, ecoando em votos, enlaces e promessas: pois amar-te é minha glória sereníssima, e caminhar contigo é minha mais alta e eterna beleza.

Ela foi embora — e o Estio, melancólico, partiu com ela. O beijo que me deixou é cândido, e ela, uma verdadeira beldade. É como Aldebarã: morena dulcífera, radiante, com o coração espraiado em ternura.
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Ela foi embora — e o Estio, melancólico, partiu com ela. O beijo que me deixou é cândido, e ela, uma verdadeira beldade. É como Aldebarã: morena dulcífera, radiante, com o coração espraiado em ternura. Faz meiguices que adoçam a alma, mas partiu para um lugar onde a aragem canta sobre os campos silenciosos.