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Frase de Nicola Vital

⁠AVE AGOURENTA: Meia-Noite à hora em meu quarto insone! Debruçado à lauda deste soneto espectro Agourentas aves ao meu sonhar consome Seria, o silêncio astuto de minha razão, é certo? Por quê a mim tormento ínfima criatura horrenda? Sob um fito olhar de sarcástico deboche Numa afirmativa: Sou no íntimo vossa reprimenda! Em um siso sentimento a aurora suplico à toda sorte. Olho ao cume, vejo como homem criatura intolerante! Seu olhar esbugalhado penetra meu quimérico sonho Como, simples aspirante, subornar tua consciência errante? Em um ímpeto de autodefesa brado à criatura insana Retraia-se, por favor, ilusória criatura! ...Não vês! esta tua intolerância à humanidade emana.

Nicola Vital

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos!
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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos! Não me chorem amargos sisos! Eu não chorei nem sorri. Quando eu morrer, Se assim, o for meu querer, Os ouvidos, guardai em potes de vidro Pra que não possa te ouvir. Sobre os meus olhos, Plantai no mais alto dos outeiros De frente pro mundo inteiro Para eu ver, quem chora ou sorrir. Quando eu morrer, Só a língua deixai ao relento Pra não calar o que sinto E reportar o porvir. E só quando eu morrer, Separem do corpo o nariz Esse aos eflúvios condiz Guardem-no, nos florais,aos jardins.