Frase de Nicola Vital
AVE AGOURENTA: Meia-Noite à hora em meu quarto insone! Debruçado à lauda deste soneto espectro Agourentas aves ao meu sonhar consome Seria, o silêncio astuto de minha razão, é certo? Por quê a mim tormento ínfima criatura horrenda? Sob um fito olhar de sarcástico deboche Numa afirmativa: Sou no íntimo vossa reprimenda! Em um siso sentimento a aurora suplico à toda sorte. Olho ao cume, vejo como homem criatura intolerante! Seu olhar esbugalhado penetra meu quimérico sonho Como, simples aspirante, subornar tua consciência errante? Em um ímpeto de autodefesa brado à criatura insana Retraia-se, por favor, ilusória criatura! ...Não vês! esta tua intolerância à humanidade emana.
No pensador.ai desde