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Frase de Rosangela Calza

⁠Querido professor, Uma sala de aula, carteira, cadeiras... filas inteiras... um quadro que já foi negro, um giz que nunca foi de cera... ou foi? Um pincel... um projetor, mimeógrafo... computador. E sempre um querido professor. Muita coisa evolui, outras não saíram do lugar... e num futuro não muito distante como será que tudo vai ficar? Fazer cálculos com números romanos... uma tremenda aventura. mas só assim podiam muito tempo atrás... passou um tempinho... trocar pelos arábicos!? Nem pensar... uma heresia... heresia... heresia a Igreja a gritar. 'é muito fácil, é coisa do demônio'... Pra que simplificar se pode complicar? Da pena de ganso à caneta-tinteiro... que avanço... a esferográfica precisou lutar pra seu espaço ganhar... Calculadora... pra quê? Quero ver de cabeça você resolver... seu raciocínio desenvolver... é assim que você melhor vai aprender. Proibido, proibido, proibido... tudo o que é proibido é melhor. Um dia vence o melhor... ou: sempre vence o melhor. Novas tecnologias a cada dia... e a escola da realidade do aluno bem pertinho tem de ficar... se não a coisa todinha vai desandar. E agora na pauta o celular... na sala de aula pode usar? Todo mundo discutindo, permitindo ...proibindo. Quem vai ganhar? Texto legal aqui você vai encontrar: http://socialgoodbrasil.org.br/2013/tecnologia-social-celular-na-sala-de-aula Desta história um grande protagonista... muitas vezes um verdadeiro artista ;) Feliz dia do professor, meu querido professor :)

Rosangela Calza

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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⁠Respeitem meu espaço, please! Quero poder gritar. Quando algo está a me incomodar.
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⁠Respeitem meu espaço, please! Quero poder gritar. Quando algo está a me incomodar. Se tento me controlar... Nada pior pra me desestabilizar. Manter silêncio? Dentro de mim esse silêncio é estrondoso... bombástico. Pronto a tudo explodir... ou implodir. E me fazer sumir. Quero chorar rios de lágrimas. Lavar a alma. alvejar... purificar. E continuar livre, leve, solta... pela vida a saltitar.

⁠Continua sendo intolerável viver. Não entendo por que se comemora tanto o nascer. Nasce-se e começa-se a morrer.
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⁠Continua sendo intolerável viver. Não entendo por que se comemora tanto o nascer. Nasce-se e começa-se a morrer. Que graça há nisso? E se fala em esperança... Que ironia. Toda noite sucede o dia... Luzes... depois sombras. Momentos de paz, sim... Mas há tantos mais de agonia. Somos solitários... Embora as pessoas se iludam que o estar rodeadas de gente é estar em companhia. Seguimos na nossa tristeza. Colocamos máscaras. Não nos desvendamos totalmente... Expomos só o que nos convém. Escondemos o que aos outros mostra que não estamos bem. Envolvidos em trapos... Farrapos... Há sempre algo de demente no viver. Dormir e acordar. Tudo é uma luta inútil. Tudo tanto faz. E eu? Bem, eu sigo triste e amargurado... Descalço, por este mundo de pedras e espinhos pra todo lado

⁠Minha solidão Parecia minha aquela solidão Era um vazio tão profundo,
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⁠Minha solidão Parecia minha aquela solidão Era um vazio tão profundo, um andar tão só no mundo, um tormento de isolamento. Parecia minha aquela solidão... Vinha sempre tão sozinha, só acompanhada de seus fantasmas só com coração repleto de solidão. Só, sozinha em sua solidão, só queria que alguém na multidão estendesse pelo menos uma vez a mão... e lhe tocasse o solitário coração.

Vá e não volte Vou até ali na frente e não volto. Na vida, tudo deveria ser assim... vá e não volte. Não volte, porque se voltar pode se perder outra vez. Todo mundo deveria nascer sabendo disso. Viver é seguir em frente... não ficar dando voltas, andando em círculos...
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Vá e não volte Vou até ali na frente e não volto. Na vida, tudo deveria ser assim... vá e não volte. Não volte, porque se voltar pode se perder outra vez. Todo mundo deveria nascer sabendo disso. Viver é seguir em frente... não ficar dando voltas, andando em círculos... Lembra como era antes da sua última partida? Você cansava de mim e partia... eu, por dentro, sorria. Sabia que você voltaria. Só que de tanto você partir e eu sorrir... os sorrisos acabaram... agora, quando você parte, eu choro. Só choro. E eu não quero gastar o meu choro... eu não quero chorar até não ter mais lágrimas... então, por favor, vá e não volte. Agora a cada partida sua, atravesso desertos dentro de mim. Você volta... um oásis... até que enfim. E quando eles tiverem fim? Então, vá e não volte. Não quero os desertos, nem os vales de lágrimas... Se você gosta de mim um pouquinho só... então, vá e não volte. ⁠