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Frase de valdenir de lima oliveira

Calmaria De calmaria Berra o homem Quando reza avemaria E quando corre do lobisomem, Porque no caminho Sempre deixa seu erro E ao invés de consertar Ele fica de porre E por esse mundo ele some Acabando de arrebentar De calmaria morre o homem Que não sabe amar Por descuido ou vaidade E por não acreditar O seus passos na areia É a sua perdição É como um corte na veia E não se ter compaixão, De calmaria corre o homem De natureza duvidosa Por ter medo do passado Vivendo em contradição De calmaria ele chora Por ter medo do mundo Pelo que acontece lá fora E que reflete por dentro bem fundo De calmaria ele morre Sem socorro E quando ele corre Sempre dá de cara pro morro De calmaria ele é mito É recado É palpite E quando aflito É pra sempre abandonado.

valdenir de lima oliveira

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Pensador.com

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Afeição É começo de amor É novo dia chegando, É mais um no corredor Se apaixonando, Eu vejo ventar E venho jantar, A noite padece E carece de amar Eu abro a janela E assisto a novela, Pois a vida lá fora Ela é sempre mais bela.

A Água Bela,singela Assim ela revela
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A Água Bela,singela Assim ela revela Vida,alegria Manto e fantasia Cor,maresia Sonho e ventania É a gota da vida pingando É a rota vivida findando É a ponte perdida voltando E o passo seguinte buscando É tudo que não pode faltar É fonte que não pode secar.

Madrigal Escute essa manhã Olhe bem esse sol
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Madrigal Escute essa manhã Olhe bem esse sol Tenha toda a manha Com essa luz no chão Beba esse vinho E coma esse pão Abrace esse tempo E tudo o que há Por dentro Com essa paz, Essa glória e Esse vento Deite,role e amoleça Até que a noite apareça E te traga mil estrelas Que te afaga e adormeça.

Avenida Brasil Foi na avenida Brasil Que a história se deu,
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Avenida Brasil Foi na avenida Brasil Que a história se deu, O mundo vinha de longe Chegou ali e cresceu Tem gente de toda maneira, Tem carro em toda ladeira, Tem gringo e tem correnteza Tem bingo e muita tristeza É um choro, Um abraço, Um adeus É a lacuna e você outra vez É vida,ilusão Se perdendo na pista É fator em ação Interrompendo conquistas É uma gente com pressa Sem promessa de paz, É uma gente incapaz De um gesto de calma Sem trégua e sem alma Já entregue ao acaso Nesse árdego caos Onde a fúria é capaz Com essa força bruta Há habitar sem paz.