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Frase de João Batista do Lago

PENSAMENTOS HÍBRIDOS De João Batista do Lago ***** A democracia, quando luta de todos, é expressão do absoluto político; mas, quando luta de partidos, é absoluta expressão da miséria humana (João Batista do Lago) Não preciso da tutela de quaisquer heróis da mundidade do mundo; meu herói é poema, nele está toda verdade (João Batista do Lago) Toda Alma sem Espírito é zumbi na seara das cidades sem alma; sem espírito (João Batista do Lago) Eleição é rota para união de todos; o eleito terá que ter todos em-si (João Batista do Lago) Imiscuir-se em Política não é intromissão; é missão do cidadão consciente que busca a verdade “sui” (João Batista do Lago) Necessário nascer-se a cada morte inconsciente: morra-se diariamente; nasça todos os dias – a morte nada mais é que o nascer-se consciente. (João Batista do Lago) Sê dono da tua vontade; ela é toda verdade que nasce em ti. Mas se tiveres dúvidas, para. Não continues para que não te enganes com falsos caminhos. A verdade é labirinto: nela há muitas trilhas e passagens, mas deves procurar a ponte para a saída, que é única (João Batista do Lago) Vês aquela Igreja… aquela escola… aquele palacete! Onde se encontram os seus construtores? Onde eles habitam agora? Por ventura conheces algum? Te ocorreu procurar por eles? Então não o tomes por ignorantes; tampouco o incomodes com a tua ignorância… (João Batista do Lago)

João Batista do Lago

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Pensador.com

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Outras frases de João Batista do Lago

Se querem mesmo saber: eu estou cansado desses poetas ditos sagrados, em verdade são uns desgraçados da sorte; são o caldo cultural de uma indústria poético-literária, que têm nos seus livros a exploração póstuma desses escribas que deveriam está definitivamente enterrados.
FANTASIAS (Para uma amiga muito especial) Ó fantasias que escondem
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FANTASIAS (Para uma amiga muito especial) Ó fantasias que escondem minh'alma pura, que me revelam diante do meu eu-espelho, que me segredam toda impura no sacrário de um altar jamais revelado: hóstia de essência imaculada, refém da mandala sagrada. Sei! Sou fiel depositária do sonho desvelado, do gozo nunca sentido, da esperança macabra do falo que não fala a linguagem do meu corpo em brasa, corpo que se arrasta entre os lençóis da casa e que voa nas fantasias d’uma ave sem asas.