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Frase de Jaak Bosmans

Um Em curtos e suaves acordes Despenquei em cenas lentas para te abraçar Amar, amor de carícias, ternuras e sonhos. Foste apenas passagem em vendaval, Quando me protegi de seus golpes cruéis. Implacáveis e assustadores. Hoje recebo a brisa suave de mãos que me querem Me recolhendo nos seus braços em ternos abraços Me fazendo em versos e numa nova e suave canção. Em breves e etenos sussurros Trocamos prazeres no toque dos corpos, Sentidos no encontro de uma só alma. Nos nossos aconteceres reais e fieis Tecemos luares, brincamos fantasias Nos permitindo loucuras de todo um viver só nosso. Não nos afasta nenhuma distância. Porque delas nos fazemos mais perto. Sempre na direção do sermos sempre juntos. Nos encontramos quebrados e abandonados em dores, Dos amores que acreditamos ser. E no calor de tantos abraços, derretemos os nossos pedaços, E nos fizemos de tudo, um! Jaak Bosmans 24 -05 -09

Jaak Bosmans

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Pensador.com

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Contrariando a lei da física, no amor, dois corpos ocupam sempre o mesmo espaço.
Conquista circense Entre rugidos e lonas suspensas, lá estava o circo montado. Arrastado pelos ventos contrários aos teus fugazes desejos
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Conquista circense Entre rugidos e lonas suspensas, lá estava o circo montado. Arrastado pelos ventos contrários aos teus fugazes desejos Persegui-te em saltos mortais nas alturas dos trapézios Contorci-me a caber-me inteiro em teu irrevelável interior Pouca luz, rufar dos tambores, avisam silêncio e suspense Lâmina afiada separou-te em metades que se refizeram em meu inteiro Equilibrei-me com vendas e guarda sol em cordas bambas e monociclos Palhacei-me para os sorrisos ingênuos e puros na criança de todos nós. Expelido entre fumaça saí em tua direção como homem bala sem sabor Caindo sempre em redes tecidas por pescadores de sereias e sonhos Corri ainda no picadeiro de tantas agonias e pesadelos. Onde me equilibrei em cavalgadas aladas entre estrelas e satélites. Em veloz e ruidoso show, repeti sempre o mesmo trajeto Onde a vida só existe como espetáculo, no mesmo globo da morte. Conquistei-te pela mágica do desfilar dos finos lenços multicores Que lançados aos céus, se transformaram em suave e alva paz. Na apertada malha de tantos brilhos esperou-me o cume da pirâmide Onde pousei sob o olhar da tua bela e misteriosa esfinge. Fiz bailar com doçura os elefantes do teu amargo passado E como último e anunciado impossível de todo o espetáculo Enfrentei a fera indomável da tua beleza selvagem Com o requinte que me fez domar-te com carícias e sussurros. Jaak Bosmans