Pular para o conteúdo

Frase de Carlos Daniel Dojja

Já se adentrava a noite alta e as pandorgas versos partiam. Foi quando fitei a moça que de olhos gris se vestia. Então clamei a ela, antes que também se retirasse: Agora que a lua cheia chegou, como teus olhos em ternura, borda-me entre o céu e a tua boca, numa indelével tecitura. In Chá com os Poetas e a Moça Bonita

Carlos Daniel Dojja

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Carlos Daniel Dojja

Às vezes me empresto vôos. Vou-me indo, com a percepção de que posso lançar-me a descoberta. Nunca sei o que virá depois que o passado do vento e o presente das nuvens se fundem. Teimo em fingir-me capaz de atingir infinitudes, parir-me de acontecimentos.
Continuar lendo

Às vezes me empresto vôos. Vou-me indo, com a percepção de que posso lançar-me a descoberta. Nunca sei o que virá depois que o passado do vento e o presente das nuvens se fundem. Teimo em fingir-me capaz de atingir infinitudes, parir-me de acontecimentos. Desde isso, ponho-me asas estradeiras e olhares para o mais além do ver.

Insisto: Onde teus olhos pousaram? No voo das lágrimas que na cordilheira deságua? Entre as bordas tecidas no braseiro do tempo,
Continuar lendo

Insisto: Onde teus olhos pousaram? No voo das lágrimas que na cordilheira deságua? Entre as bordas tecidas no braseiro do tempo, Ou agora, quando esvoaçam as borboletas no cio do teu ventre. Atrevo-me, em dar-te a resposta, irreal para os que descreem: - Vi teus olhos plantando sementes em meu peito.