Frase de Leonardo Azevedo
Sob o véu da noite sombria, um homem caminha em solidão, carregando o peso do mundo em seus ombros, enquanto o brilho de seu jaleco enfrenta o inexorável destino. A chuva, como uma dança melancólica, derrama suas gotas como confissões silenciosas, lavando não apenas o asfalto encharcado, mas a alma cansada e sobrecarregada. Luzes tímidas iluminam seu trajeto, como faróis de uma esperança distante e tênue. O chão úmido reflete sua solitude, enquanto seus passos ecoam em um ritmo pausado e incerto. Aqui se revela o retrato de um herói anônimo, cabisbaixo, mas inquebrantável. Ele carrega a vida e as dores de muitos, mas quem, afinal, se encarrega de carregar as suas?
No pensador.ai desde