Frase de Vitória Mayara Cima
Infiel ao soneto Eu vou cuidando de mim, De um jeito ou de outro As coisas sempre têm seu fim. Nonsense, passageiro ou verdadeiro. Ó Cronos, só eu por eu até os confins. Da minha existência és timoneiro E eu mera tripulante enfim. Que resguarda as perguntas Nesse mar sem respostas. À deriva, às escuras sem norte Sem rumo e jogada à sorte. Só sei que nesse trajeto de luta Vez ou outra me recordo, latente, A boa gente que meu ser recruta.
No pensador.ai desde