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Frase de Paulo Cesar Ferreira (Rumallon)

Tal como um capítulo de um livro chega ao fim, Tal como um filme de uma grandiosa saga se encerra, Mais esse ciclo se fecha. Uma coisa é comum à todas as obras: As melhores histórias, tramas e enredos São as que transformam os personagens. “Grandes mudanças, grandes histórias” Mais um ano termina... Houveram páginas sombrias, De dor, luta e sofrimento. Mas também houveram páginas douradas, De glória, alívio e alegrias. Perceba que a cada percalço no caminho, E a cada bênção recebida, Seus personagens se modificaram. Já não somos os mesmos de um ano atrás... O tempo é contínuo. Nossas histórias também. Evoluindo em constante movimento. O tempo dividido em anos nos permite escolher Se o próximo capítulo de nossa saga Será uma sequência ou algo novo. Não importa. Serão 365 novas páginas em branco Com infinitas possibilidades e oportunidades, Onde você é o personagem principal, Mas também é o autor. Então que venha o ano novo... Com novas lutas... Novos desafios... Novos sorrisos... Novos personagens... E novas histórias! Façamos um capítulo de tirar o fôlego! Façamos cada palavra, Sentimento, E emoção Valerem a pena Na história de nossas vidas! Um ano grandioso à todos!

Paulo Cesar Ferreira (Rumallon)

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Pensador.com

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Outras frases de Paulo Cesar Ferreira (Rumallon)

Imagine um jogo... Tão realista que muitos julgam ser a única realidade que há. Tão difícil e cheio de desafios que a maioria prefira não correr riscos com a única “vida” de que disporão para jogar por anos à fio.
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Imagine um jogo... Tão realista que muitos julgam ser a única realidade que há. Tão difícil e cheio de desafios que a maioria prefira não correr riscos com a única “vida” de que disporão para jogar por anos à fio. Tão detalhado e cheio de “missões secundárias” que poucos entendam, se preocupem e invistam seu tempo de jogo nos objetivos principais. Tão imersivo que muitas pessoas ignorem que exista uma realidade maior por trás dele. Tão bonito e bem feito que induza seus jogadores à contemplação de tão grandiosa obra e reconhecimento da magnitude de seu criador. Tão simples que seja autoexplicativo, mas ao mesmo tempo tão complexo que necessite de tutores em seus primeiros anos de jogo e longos anos de estudo e treinamento para extrair o máximo de seu potencial no jogo. Tão cheio de propósito que cada jogador se submeta ao esquecimento temporário da realidade à partir do momento em que se proponha a jogá-lo. Um mundo tão aberto que lhe permita escolher ser, estar, ter e fazer o que quiser de acordo com os seus próprios méritos. Que permita liberdade total, mas ainda assim tenha regras... Que seja um jogo educativo. Que conte com um sistema de recompensas pelos acertos em escolhas corretas e punições corretivas quando efetuadas más escolhas... Com uma interface social multijogador que permita interações tão variadas e diversas quanto possíveis para que a história e a narrativa de cada jogador se desenvolvam de maneira única e elevem ao máximo a experiência individual. Um jogo tão perfeito que permita experimentar fisicamente tantas sensações quantas sejam possíveis, de modo que as experiências nele vividas fiquem impregnadas de tal modo no subconsciente do indivíduo que se tornem referencial pela eternidade afora. Com uma campanha de jogo tão longa, que quando o jogador chegue ao final ele tenha se tornado um ser melhor do que era quando começou a jogar. Imagine você... que esse jogo já existe! E que você é um de seus milhares de jogadores nesse exato momento... É o fabuloso jogo da vida! Onde cada um de nós somos avatares de nossos próprios espíritos. Bom jogo! ;)

CADEIRA CATIVA O ser humano diz amar liberdade. Tanto, que sua perda é punição.
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CADEIRA CATIVA O ser humano diz amar liberdade. Tanto, que sua perda é punição. Mas muitos de nós, na verdade, Arquitetamos nossa própria prisão. É que “ser livre” para você Pode não ser o mesmo pra mim. Há prisões que não se vê Que também são agonia sem fim. Há prisões cheias de bandidos. E muitas prendem homens de bem. Mas os cárceres mais escondidos Tomam sua mente refém. Não sei qual tipo é pior, Mas na mental não terás um vizinho. Mesmo cercado de gente ao redor Estará profundamente sozinho. Nada mal se apiedar do apenado. Mas antes, siga um pequeno conselho: “Reconheça o prisioneiro acanhado Que você enxerga no espelho” Pois o que você e eu percebemos, Há tempos em que é tão rara! A liberdade, que há muito perdemos, Para ter de volta, ela é cara... É irônico, pois cabem fisicamente Numa só prisão, muitos párias. Mas nos domínios da mente, A prisão não é uma, são várias! Tentei encontrar a chave Para ser livre entre os mundos, Mas essa clausura é tão grave Que adentrei a níveis profundos Cansado e sem mais a fazer, Minha própria chave inventei: Criatividade para mim é lazer. Então minhas prisões adornei. Pois tal como passarinho, Por muito tempo fechado, Se liberto, está fora do ninho. Prefere não ser libertado... Podes experimentar a condicional, Repousando em sono profundo. Mas a liberdade total, Lhe garanto não ser deste mundo. Então nas boas prisões, Me enclausuro por hora. Tentando aprender minhas lições, Por que das ruins, estou fora!

OUTRO LADO - Oi, moço. Uma informação por favor... a loja que ficava aqui ao lado fechou? -Não, minha senhora. Só mudou pro outro lado da rua.
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OUTRO LADO - Oi, moço. Uma informação por favor... a loja que ficava aqui ao lado fechou? -Não, minha senhora. Só mudou pro outro lado da rua. -Hã? Como assim?! - perguntou enquanto olhava pro outro lado tentando enxergar o que procurava - Acho que você não entendeu a pergunta... A loja que ficava aqui ao lado fechou, não foi? - Sim. Fechou aqui e reabriu do outro lado. Está logo ali. Bem de frente. Basta a senhora atravessar a rua. Ela olhou mais uma vez pro outro lado. Desta vez mais demoradamente... Me pergunto se talvez o hábito, a tradição e o costume a tenham deixado desconfortável em aceitar mudanças e se isso, de certa forma, a tenha cegado (ou pelo menos limitado sua visão). Incapaz de enxergar a realidade, não atravessou a rua. Simplesmente agradeceu e foi embora balançando a cabeça lamentando a loja ter fechado (e possivelmente ponderando a integridade de minhas funções cognitivas e estabilidade mental). "Moço doido" Acontece o tempo todo. E não apenas sobre lojas.

Tal qual lobo criado em matilha Me julgavam normal pelo que parecia. Incomodado, percebi maravilha:
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Tal qual lobo criado em matilha Me julgavam normal pelo que parecia. Incomodado, percebi maravilha: Entre tantos latidos, meu uivo se ouvia. Juram saber o que se passa comigo Mal sabem por que não me calo Uivo por saber mais do que digo Uivo pois penso mais do que falo Tento expressar minha opinião Pedindo bastante atenção Enquanto aos mais jovens ensino Talvez não compreendam direito Mesmo tratados com respeito Alguns ladram em desatino Um lobo não perde seus sonhos Ouvindo a opinião de ovelhas Dispensa conselhos risonhos E idéias nem tanto parelhas Mais faz um lobo calado Do que muito cão ladrando. Alvoroço pra todo lado Faz o teu foco ir minguando E em breve chegará o dia Em que rumarei à terra fria Atendendo ao chamado do norte E então saberão de resto, Que o lobo bom e honesto Mudou sua própria sorte Pois sou lobo e não um cão Muito menos um grande felino Ser domado em circo, como leão Jamais será o meu destino Jamais farei alguma ameaça Sem cuidado e devido lastro A quem ousa, procura e caça Deixarei sempre o meu rastro.